sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Hitler da Silva

Muito bem bolado!

Minha mãe sempre dizia: por trás de cada brincadeira há uma verdade...

18 comentários:

kiloton disse...

EXCELENTE FILME!!!!

Segundo o indio pajé, dos livros de Carlos Castañeda, nas empreitadas da vida as pessoas sempre passam por quatro etapas:

Primeiro é o medo. Então, vencido o medo, se adquire a clareza.

Porém, a clareza é uma ilusão, tem muitas armadilhas e obstaculos a serem vencidos. Só depois disso é que realmente se adquire o poder.

Finalmente, depois do poder, a ultima fase é sempre a morte. Certas vezes a morte é precedida de ruina e desgraça.

Anônimo disse...

bem bolado!

Elizabete disse...

Muito bom...

Ellen disse...

"Brasil, um país de tolos". Impossível adaptação melhor da frase.

Anônimo disse...

Sábado, agora são 14h15, passa na Globo o programa Estrelas e nele uma matéria com Kelly Key. Numa pegadinha, Kelly passará por uma falsa blitz. Qual a música que ilustrou o início dessa matéria?
"Proteção". É a Plebe na Globo!

Elizabete disse...

Boa anonimo eu vi essa...Proteção virou musica de pegadinha da Globo...

Anônimo disse...

Será que os plebeus já pensaram em criar remixes variados, em todos os estilos, de alguns hits da Plebe? Parece até sacanagem, mas gostaria de ouvir essas musicas tambem em remixes de dub, hip hop, house ou até "funk".

dunha disse...

hip hop deixa comigo q eu faço um de proteção com até quando!

dunha disse...

só mais uma questão: A plebe rude aceitaria tocar em progamas como o BBB?

kiloton disse...

O BBB e outros programas de TV são todos do jabá. Só entra com gravadora colocando. Então, se estiver no esquema, a gravadora obriga. Tem que aparecer e pagar o mico. A Plebe foi vitima disso na EMI. Foi assim com todo mundo.

João disse...

A globo, acho que alguem já disse isso, é o toque de midas ao contrario. Toca no ouro e vira merda.

Engraçado, na época da EMI nunca vi a Plebe pagar mico. Do que me lembro, nem no Chacrinha, que a Plebe foi algumas vezes, inclusive naquela do gorrinho de Papai Noel. Os caras sempre souberam se portar, rs.

Paulo Henrique disse...

Recebi 1 email d utilidade pública:

"Só vale no Distrito Federal
A lei do estacionamento em Shoppings, já está vigorando.
Lei Gratuidade de Estacionamento - **Lei Estadual nº 1209/2004-DF***
*A garota do caixa sabe, mas só aplica a isenção se você pedir.
É necessário que o valor da compra seja 10 vezes maior que o valor do
estacionamento.
Exemplo:
Se o valor do estacionamento é de R$3,00.
Se você gastar R$ 30,00 no shopping, com qualquer coisa, alimentação, roupa,
peça o cupom fiscal, e apresente ao caixa do estacionamento.
Eles irão carimbar e validar o ticket, sem você precisar gastar com o
estacionamento.
Espalhem a informação, pois é Lei."

kiloton disse...

Não é questão de má apresentação. O mico é ser obrigado a fazer programa que não tem nada a ver, no formato de playback horroroso. Aposto que os Plebeus passaram por alguns. O Chacrinha era maluco da tropicalia, esse era curtição, mas tinha programa que era foda, tipo toque de "mirdas". Um exemplo disso era colocar banda punk p/ tocar no show do Bolinha, reduto do brega e sertanejo. Tem muitos outros exemplos.

Elizabete disse...

É mas se eles tocassem no BBB pelo menos seria um pouco de cultura pra esse povo que fica com a tv ligada 24hs vendo a vida dos outros...

Anônimo disse...

Pra que dar cultura ao BBB? A massa não está acostumada com a mensagem da Plebe e não adianta forçar guela abaixo uma coisa que não vai ser digerida. É mais fácil tocar um NX Zero, um Babado Novo, que é simples e dançante. Não exige muita coisa do cérebro.

kiloton disse...

Não acho que tem que dar ou impor cultura nenhuma. O povo deve gostar do que quiser. A questão é haver democracia e oportunidade p/ todos. Tambem o estimulo a diversidade. O critério da escolha deveria ser a qualidade.

Porém, não é com a qualidade que se preocupam. As gravadoras querem vender. Querem a formula de sucesso, não interessa se isso é merda com açucar.

O fato é que as massas estão sob o controle da "mainstream media". Esses meios ditam o que o povo vai comprar, pois essa é a informação disponivel.

A idéia do pessoal de divulgação das gravadoras é fazer o artista ficar conhecido. Então, não interessa, tem que aparecer na TV, seja onde for. Contudo, esse é um processo que degrada a imagem. Uma banda séria precisa cultivar o seu nicho, o seu publico.

Para mim é mais importante ter o reconhecimento dos formadores de opinião. Mas as gravadoras não pensam assim, querem botar p/ rodar em todos os clubes do bolinha e Sergios Malandros que aparecerem.

Então a banda fica conhecida, mas fica com a imagem vinculada aos programas cafonas, acaba adquirindo outro estilo depois, para poder agradar a maioria brega que compra mais.

kiloton disse...

Gostaria de falar sobre essa questão da "iluminação" do povo. Acho a maior roubada esse negocio de querer "evangelizar" os outros.

Sim, tem gente que acha legal mudar a cabeça de quem antes escutava merda , p/ que assim possa salvar a alma do infeliz. Ou seja, o melhor lugar para pregar Jesus é no inferno.

Contudo, eu acho que não. Cada macaco no seu galho. Cada um tem o seu publico e o seu nicho.

Imaginem se os pagodeiros, chicleteiros e sertanejos, seduzidos por essa logica evangélica, resolverem baixar aqui no nosso terreiro, para "salvar" a nossa alma?

Portanto, não dá para colocar Calinhos Brown p/ abrir noite de metal no Rock n' Rio. Leva chuva de lata na cara.

dg disse...

Bom , nesse caso não é mais "A QUEDA", passa ser "O TOMBO"!!!!