segunda-feira, junho 25, 2007

Nosso Plim-plim.

Força aos blogeiros! Taí um recadinho do Black:

Meus amigos:

Após o estrondoso sucesso do meu site www.brblack.com , o qual, a propósito, está com atualizações de junho/07 (inclusive com a primeira entrevista internacional, se é que Argentina é “internacional), estou com uma nova atividade na minha vida de “falso jornalista”.

Desde este mês, por uma indicação do amigo André Martins e por um voto de confiança do editor Regis Tadeu, estou escrevendo resenhas de discos para a revista Cover Guitarra.

A Cover Guitarra é uma das duas principais publicações especializadas em guitarra no Brasil, e é editada pela Editora HMP, especializada em publicações sobre música.

Na revista, estou escrevendo como Alexandre Black, juntando meu nome ao apelido de escola pelo qual muita gente me conhece.

Na “estréia” fiz a crítica dos CDs do Razorlight (banda indie sueca / britânica) e a pop inglesa The Feeling.

Por isso, fica aqui a minha sugestão de leitura para vocês, Cover Guitarra, a venda nas melhores bancas e lojas do ramo.

Abraços,

Alexandre Hesketh (A.K.A. Black)

16 comentários:

Humberto Finatti disse...

Black gostei do teu site mas se afasta desse fracassado do Régis "Jeguis" Tadeu !!!!Esse figura mete o pau no rock nacional mas vai no programa de fracassado , o tal do Superpop apresentado pela ex-groupie .

Anônimo disse...

Desculpe postar algo que não tem nada haver com o assunto, mas vi um pedaço de um documentario falando sobre o punk no brasil e o Clemente falou que tem gente que leva o punk muito a serio como se fosse um movimento politico... mas pra ele falar isso ele teria no minimo conhecer o punk, tenho certeza que ele não conhece...

André X disse...

Cara, se o Clemente não conhece o punk, quem conhece?

Marcelo Éboli disse...

André, talvez a mãe do Anonimo conheça mais que o Clemente..hehe
O Anonimo é que leva muito a sério o que o Clemente diz...uhauhauahahua...e é por caras desse tipo que ele diz isso.

Anônimo disse...

Desculpem-me se ofendi alguém, não era minha intenção..mas confirmo o que havia dito. Talvez pelo Clemente ter vivido uma cena que foi apenas musical no inicio por isso ter falado aquilo. Mas o punk hoje está muito diferente, existe o hard core como expressão sonora mas o movimento não é tão ligado a música como antes, os punks estão mais inseridos nos movimentos sociais, nas lutas populares e levando ao conhecimento das pessoas outras formas de organização social atravez de panfletos, zines, palestras..Mas não se limita a isso, há incentivo a leitura, desligar a televisão, combate os preconceitos etc... o Movimento punk está em processo de evolução sempre...

kiloton disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
kiloton disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
kiloton disse...

Sem querer ofender, digo mais: o punk não se limita a incentivo a leitura, desligar a televisão, combate os preconceitos etc... Assim nessa "responsabilidade social", o punk deixa de ser punk e vira programa educacional.

E o punk NAO está em processo de evolução. Punk que evolui deixa de ser punk e vira outra coisa (pop, metal, eletronico...)
Estou falando de arte. Movimento já é um assunto diferente, coisa que não tem nada haver com arte nem punk rock.

kiloton disse...

Sobre as interpretáções, por exemplo, a musica "voto em branco" da Plebe, isso pode virar hino de neonazista idiota que não vota em preto, pode virar hino de hippie que quer votar na paz, pode virar hino de eleitor frustrado...

Eu já vi musica de Legiao Urbana sendo tocada em trilha sonora de propaganda neonazista, que pregava a independencia do Rio Grande do Sul.

kiloton disse...

Punk rock não é movimento politico e movimemto politico não é punk rock. São duas coisas diferentes.

Movimentos sociais e lutas populares podem ter varios tipos de trilha sonora, desde Geraldo Vandré, bolero cubano até trance de parada gay. E esses movimentos sociais e lutas populares, com trilha punk ou hardcore, isso tambem podem ser neonazista.

A musiquinha na politica é apenas uma trilha sonora que tenta mexer na alma dos otários. No caso do punk os malandros buscam os jovens revoltados (sem dinheiro)

De qualquer modo, para mim, e para muitos tambem, o verdadeiro punk rock é arte e toda arte é APOLITICA e SUPRAPARTIDARIA. Punk rock deve ser contra a politica. Isso se chama anarquismo.

Quando entra movimento e luta na jogada, quando veste camisa de futebol, então deixa de ser punk. Passa a ser trilha de propaganda politica, de direita e/ou esquerda, pois tudo pode ser interpretado de varias maneiras.

Por isso punk tambem não tem classe social. Isso tambem se chama anarquia. Não é porque é de periferia que a banda vai ser mais punk que a outra.

Pagode tambem é de periferia e nem por isso está diretamenta ligado ao movimento do trafico e crime organizado. Pode ser a trilha sonora do movimento de pó na favela, mas arte é arte e movimento é movimento.

Isso é o mesmo que dizer que banda sertaneja é movimento ruralista da UDR. Pode ser do MST tambem. Isso é apenas musica brega paqra peão corno. Pode ser tocado na propaganda da UDR ou MST, tanto faz.

E o emo não é movimento de juventude social moderna nenhuma, isso é apenas musica de moleque futil e imbecil, vitima de sofreguidão existencialista do corno consumista, coisa que na verdade é psicose/neurose conhecida por mania bipolar e depressiva. É puro chilique de quem quer consumir no shopping, mas nunca pode comprar tudo que quer. E mesmo que compre, não vai conseguir nada com isso.

Do mesmo modo, o punk não é movimento de central sindical nem luta de classe da periferia. Punk rock ERA musica de gente revoltada ou não, que apenas tentava se expressar livremente, com equipamento fodido de garagem. É o tal "do it yourself".

O punk rock tem muitas vertentes, cada um fala o que quer, mas tem uma coisa em comum: a fuga da mesmice, o faça voce mesmo e a desbancada de bandas dinossauras e "progressivas" dos anos 70 (o rock estava ficando cada vez mais chato e exclusivista)

André X disse...

Como dizia o Lixomania: os punks também amam!

Anônimo disse...

kiloton vc é um tanto leigo para falar disso, tudo o que vc escreveu esta errado, como o punk vai ser apolitico se ele é anarquismo, e o anarquista está inserido sim na luta popular, pois são estudantes, trabalhadores... e não falo de música, O punk hoje já não é tão ligado a música... Punk rock cara é música comercial. Aprendam a deixar de ser os donos da verdade, o conhecimento não esta só para vcs... saúde e anarquia...

Black disse...

Valeu Humberto, pelo elogio ao site!

kiloton disse...

Caro Anonimo,

Primeiro, não sei o que voce entende por anarquia. Mas anarquia não é revolução nem caos. Anarquia significa "sem liderança". Na anarquia não há lider, não há governo, portanto anarquia é apolitico.

Movimentos sindicais, estudantes, trabalhadores, nada disso é anarquia, pois eles tem lideres e lutam pelos seus interesses, são entidades politicas.

E o punk é musica, sendo que musica é arte. Não dá para punk deixar de ser musica. Punk que não é ligado a musica não pode ser punk, é outra coisa. Pode ter até o mesmo nome ("punk"), mas é outra coisa. Movimento é um fenomeno sociologico e/ou politico, não é arte.

Dizem que punk é uma moda, é "movimento", pois usam roupas assim e assado, usam uniformes, mas isso não é musica, é outra coisa.

A musica em si não tem nada com isso, a musica é apenas uma expressão artistica que pode ser interpretada de varias maneiras e usada por qualquer grupo social ou politico.

Por exemplo, o movimento hippie era algo politico e sociologico, mas o rock dos anos 60 era um estilo musical que não tinha nada com isso. Haviam bandas que abraçavam a causa hippie, falavam ladainhas hippies nas letras, mas outras não. Muita gente que não era hippie tambem curtia esse estilo musical, sendo que muitas musicas não tinham letra, era instrumental.

Se os caras usam musica como trilha sonora de seus movimentos politicos, então eles apenas usam. Os sovieticos usaram o modernismo na sua arquitetura e design de propaganda. Mas isso não quer dizer que tal expressão artistica, o modernismo, passou a ser comunista. Existem predios modernistas na Inglaterra, nos EUA, em Brasilia...

E comercialismo e punk não tem nada a ver uma coisa com a outra. Quando uma banda punk se torna comercial, isso já evoluiu e passou a ser pop ou sei lá o que, deixou de ser punk.

Acredito que a Plebe, por exemplo, já deixou de ser punk há muito tempo. Não digo que virou pop ou comercial, mas evoluiu para outra coisa.

A caracteristica da banda punk é ser banda de garagem fodida, tipo faça voce mesmo, sem nem saber tocar. Isso que é anarquia: qualquer um pode ter uma banda e se expressar como quiser.

Acho que Plebe deixou de fazer isso, pois não são mais moleques. Hoje eles tem equipamentos decentes, aprenderam a tocar, aprenderam um monte de coisas e evoluiram para criar um estilo proprio.

Enfim, voce pode até ter razão: existem movimentos politicos de punks da periferia, mas existem varias outras classes e vertentes, seja direita ou esquerda, que toca punk rock de verdade.

O punk rock é uma expressão artistica que pode ser usado por qualquer um, desde o nazista careca até o comunista barbudo. Arte é uma coisa e movimento politico é outra. Tem gente de todas as classes e partidos. Tem rico, pobre, direita, esquerda, gay, hetero...

Portanto, esse negocio de punk ser "movimento", isso é uma invenção paulista. Esse "movimento" se apropriou de um tipo de expressão artistica, um estilo musical, para fazer trilha sonora para as suas ladainhas de interesse. Os punks da periferia não são os unicos revoltados do mundo.

De qualquer modo, esse ser humano gosta mesmo é de din din. Logo que ganham um troco, o discurso muda. Com dinheiro no bolso, qualquer revoltado deixa de ser comunista, punk, nazista ou seja lá o que for. Com grana no bolso, acabam se tornando burgueses, pois todos gostam de consumir bens e serviços.

Anônimo disse...

Kiltom, punk só é música na sua terra, larga de ser burro cara, nossa, eu desisto de vc viu, vc é muito tapado ... credo, como pode um cara ser tão ignorante assim.
fui

kiloton disse...

Anonimo,

Afirmar a merda que quiser e chamar os outros de ignorante, isso é muito facil. Eu quero ver voce provar que sabe mesmo do que está falando. Vamos lá, mostre a sua competencia e importancia.

Se voce é mesmo especialista no assunto, primeiro apresente o seu curriculo. Aonde voce estudou? Voce é musico? Já trabalhou com musica? Há quanto tempo voce é expert no assunto?

Diga pelo menos o seu nome. Escreva alguma coisa que explique ou prove as suas afirmação. Voce tem fontes? Quais foram os livros que voce leu? Já fez alguma pesquisa?