quarta-feira, março 21, 2007

No Meio de um Mar de Plebeus.



Recebi essas fotos do Luís Gustavo, lá de Nazaré das Farinhas. São excelentes fotos, que capturaram bem o momento de nossa saída do camarim, para entrar na van que nos levaria para a fazenda onde estávamos hospedados. Esse foi outro show memorável dessa nova fase, tocando em um lugar onde nunca imaginei que fossemos. Valeu pelas fotos, Luís!

6 comentários:

Ellen Petersen disse...

Eu sou suspeita pra falar, pois eu sou a maior puxa-saco da Plebe (não no sentido pejorativo da palavra), e já paguei muito mico em função da mesma.

Por mais que muitos considerem que o rock agora é uma pistolinha d'água, eu acho que a Plebe continua sendo uma metralhadora giratória!

Uma metralhadora nas mãos de atiradores de elite.

Não importa o lugar onde a banda vá, ela sempre terá o seu público cativo - seja debaixo de chuva, debaixo de sol, de neve (se tivesse, não duvido que isso seria problema para os seguidores da Plebe),...

Somos, acima de tudo, um pedacinho de toda uma história com a Plebe. Cada um de nós tem uma importância peculiar para a banda e, juntos, formamos uma plebe muito especial.

Puxo o saco mesmo e dane-se! A Plebe merece por ser uma minoria que fala o que quer!

Anônimo disse...

Ellen, perfeito seu comentário!! não tem o que tirar nem por...acredito que seja este o sentimento dos fãs!
vc escreve muito bem!
:o)

Anônimo disse...

fifi feliz no meio de muitos franguinhos em potencial, né safado?
beijo

milton disse...

Isso é como um carro, que só anda se todas as peças estiverem no lugar. Não há nenhuma peça mais importante que a outra, pois o carro precisa de todas elas para andar.

A mesma coisa acontece na sociedade, onde cada tipo de trabalho, seja ele doutor ou pedreiro, tem o seu valor e a sua importancia. A sociedade não vive sem o doutor, muito menos vive sem o pedreiro.

Assim é tambem com as bandas. Não é só dentro da banda que é preciso haver todas as "peças" no lugar. O público tambem faz parte dessa "maquina". Uma banda sem publico é como um carro sem rodas e sem combu$tivel.

Por isso, concordo com a Ellen. O público fiel faz parte, são membros da banda. São como as células de um organismo vivo. Assim, eles fazem parte da historia da banda, pois, sem eles a Plebe não teria ido a lugar nenhum, não seria nada.

Anônimo disse...

PORRA, SEUS FDPS! Essas gravações são demais!
escutando a todas elas dá facilmente pra perceber o que é angústia juvenil e o que é categoria amadurecida.
valeu aí!
nem preciso intimá-los a colocar mais delas à disposição da galera, certo?

quero o áudio dos especiais da plebe na manchete, do show de lançamento do Nunca Fomos tão Brasileiros no Big Caneco e do disco três ao vivo em estúdio exibido na época.

aí, tô postando mais tarde meu textão de fã sobre o erre ao contrário.
mas nao confundam as coisas, apenas o post é rosa, morou choque?
hihihihi
abraço

Anônimo disse...

não tem a ver com o assunto, mas é legal demais. Se puder ver veja.

http://www.youtube.com/watch?v=cqn5NbGASZY