terça-feira, janeiro 03, 2006

R ao Contrário nos Céus Cariocas

35 comentários:

Anônimo disse...

Bons pensamentos nos trazem boas colheitas.
Esse ano é nosso.
Esse ano e Plebe!!!

Cíce®o disse...

BELEZA, ASSINARAM COM QUAL GRAVADORA????

Anônimo disse...

Cara, eu era fã da Plebe Rude quando adolescente. Para você ter idéia eu era tão fã que assinava o meu nome com o R ao contrário. Mas acho que vocês não souberam segurar a peteca. Vocês continuaram tentando protestar de alguma forma quando o momento era outro. Acho que vocês deveriam avaliar isso.

Anônimo disse...

por favor , quando sai o cd , vou deixar de curtir a banda , só descepção , a musica mil gatos no telhado , por favor , nao use esta musica como a de trabalho , ela é extremamente fraca e sem graça , eu ja ouvi e tenho aqui discordia , e dançando no vazio , estas 2 são boas , muito boas , e quando sai o cddd!!! era pra janeiro , vcs nao vão dar mancada denovo né?

Anônimo disse...

por favor , quando sai o cd , vou deixar de curtir a banda , só descepção , a musica mil gatos no telhado , por favor , nao use esta musica como a de trabalho , ela é extremamente fraca e sem graça , eu ja ouvi e tenho aqui discordia , e dançando no vazio , estas 2 são boas , muito boas , e quando sai o cddd!!! era pra janeiro , vcs nao vão dar mancada denovo né?

Henrique Alencar disse...

Quero ver a Plebe esse ano hein !!!

Desejo tudo de bom, e que o cd saia logo, hehehe, e que vcs venham mais a Brasília (capital da esperança)!!!

E eu acho, contra argumentando com um dos posts aí de cima, que não tem hora certa ou errado para músicas de protesto, TODA HORA É HORA !!!

E sobre mil gatos, ta com uma melodia diferente, mas a menssagem segue a mesma lógica das outras músicas da Plebe...

É isso awe, que em 2006 seja tudo diferente, difícil de acreditar nisso, mas temos que tentar, ano de eleição, ano de começo de mudanças !!!

André X disse...

Pois é, vocês acham que a gente ia soltar justamente a música mais forte, de graça, assim? Tem um anônimo que falou em Discórdia e Dançando no Vazio, músicas fortes.

Outro anônimo diz que a gente não soube segurar a peteca. O fato é, que de uma hora para a outra, não havia mais peteca para segurar! Tá certo, protesto por protesto enche o saco, mas se algo está preso na garganta, tem que gritar. Agora, se sua praia é musiquinha de amor, com rimas fáceis, vá ouvir KLB, Kid Abelha, etc. Eles, certamente, segurarão a sua peteca.

Agora, sério, é muito bom ouvir críticas construtivas sobre mil gatos. A gente tá com essas músicas tanto tempo na cabeça, que não é mais possível um distanciamento crítico. Pelo que percebi, muita gente achou boa, mas aquém do esperado, certo?

Anônimo disse...

Caro André X,

Fui eu o anônimo que falou que protesto enche o saco. E gostaria de dizer que KLB, Kid Abelha, etcs. da vida não dá para engolir. Digo que vocês não seguraram a peteca, porque você pode fazer músicas boas que não sejam de protesto sem cair na pieguice de um KLB ou de um Kid Abelha (e os Abóboras Selvagens - seria isso um protesto também?). Cara, eu me amarrava no estilo de vocês e, para ser sincero, acho o Concreto Já Rachou um clássico. Muito bom!!! Mas não se pode viver de passado. Acho que até que vocês não deveriam mais se chamar Plebe Rude. O legal era o contraste da voz de Taquara Rachada do Jander com a estridente do Phelippe. O legal era a linha de baixo repetida e repetitiva. O legal era a virada do Gutje. Agora, vocês tem dois novos integrantes. Cara, muda o nome da banda. Pode ser: InoRude (em homenagem à banda do Clemente) ou Plebecente. Mas Plebe Rude: só a formação original, da qual era fã.

Pedro G. disse...

anônimo nº 1, pela sua lógica, salvo as devidas proporções, os paralamas deveriam ter mudado de nome com a sáída do vital? ou o próprio kid abelha ter virado a casaca com a saída o leoni? e os beatles, seriam os mesmos com a saída de pete best? e o que dizer do fleetwood mac, que obteve o seu maior sucesso com apenas dois dos integrantes originais? com todo respeito a sua opinião, diria que vc está falando MUITA MERDA! sua argumentação para tão de pé quanto um saco vazio.
ao mesmo tempo que vc diz "(...) não se pode viver de passado", repete um bordão cheio de saudade saudosista "(...) Plebe Rude: só a formação original, da qual era fã."
sinceramente...

Anônimo disse...

Caro Pedro G,

Agradeço seus comentários. No entanto, discordo deles. Em primeiro lugar, quando uma família perde um integrante e outro entra no lugar, a família já não é mais a mesma, as idéias não são as mesmas, as atitudes não são mais as mesmas. Agora, se você quiser dizer que o nome é o mesmo, então tudo bem, vá lá, que seja. Mas a essência não é mais a mesma.

Seus argumentos, por mais que eu discorde deles - e não vou usar seu linguajar em respeito aos demais leitores -, fizeram-me pensar algo interessante que pode valorizar certas separações. Quando, por exemplo, o Cazuza saiu do Barão Vermelho, a música nacional ganhou duas forças, o que foi muito bom. Vale também o exemplo do Arnaldo Antunes e do Nando Reis e os Titãs. Agora, eu acho que você gosta do Kid Abelha, hein? Parece-me que você ficou sentido com a saída do Leoni... Não esquente, não. Ele tem lançado alguns CDs para que você possa ouvir.

No entanto, não entendi o que você quis dizer com seu argumento sobre a saída do Leoni, ou do Pete Best. Com certeza, nem o Kid Abelha nem os Beatles foram mais os mesmos com a saída dos seus ídolos.

André X, uma pergunta: você está vivendo só da Plebe Rude ou você também é servidor público?

Um grande abraço ao Pedro G.

André X disse...

Eu estou servidor público. Eu sou plebeu - logo com dedicação 100%.

E os seus argumentos só servem para dar força e provar que essa Plebe ainda tem relevância e poder.

Anônimo disse...

"Agora, se sua praia é musiquinha de amor, com rimas fáceis, vá ouvir KLB, Kid Abelha, etc. "

André, eis algumas músicas de rimas difíceis. Você conhece?

"Cinco dias pra trabalhar
Só dois dias pra descançar
48 horas não chegam!
Tantas coisas pra fazer
Tantas pessoas pra conhecer
48 horas não chegam!
Meu patrão é um sacana
Me faz trabalhar até fim de semana
48 horas não chegam!
Tantos lugares que eu quero ir
Mas só dois dias pra me divertir
48 horas não chegam!"

"Passagem só de ida
aonde está você?
Isto é uma despedida
aonde está você?"

"Acenda as tochas
deixe iluminar
uma noite sem luar

Pra que de longe
possamos ver
onde um dia foi nosso lar

Os nativos, eles gostam de mim
É como se eu fosse
uma espécie de Deus

Mas se um dia minha magia falhar
eles voltam a ser ateus"

Johnny Rotten

Anônimo disse...

Tomara que tenha poder mesmo, André.

Anônimo disse...

" Ou seja, o final da decada de 80 foi uma confusão generalizada. Plebe Rude tocando em cima de um trio eletrico no farol da barra, em salvador, lançando um lp chamado Nunca fomos tao brasileiros e flertando mais com alceu valença do que com Gang of Four( nas faixas "valor", "longe" e "repente", de seu terceiro e derradeiro album homonimo).
Camisa de venus gravando com orquestra sinfonica e acabando, rpm gravando com milton e acabando e voltando e acabando de novo; o Ira se dizendo farto do rock n roll; o capital cogitando regravar construçao de chico buarque. tudo era rock, logo nada era rock...

Andre, como a plebe foi parar em um trio eletrico? os baianos curtiram?

Pedro G. disse...

agora eu não entendi nada...
não é possível que vc leve a sério a conversa de que uma banda é uma família. quando a corda aperta, o dinheiro falta e as luzes se apagam, é cada um por si.

os que ficam, normalmente, ou são os mais comprometidos com a causa incial (a banda) ou são os que não querem largar o osso.

no caso da plebe, como o osso nunca foi tão grande assim, acho que o andré e o phelipe estão no 1º time.

insisto que ninguém, fora os integrantes da referida "família", sabe exatemente a falta que cada membro faz. nós, o público, lidamos apenas com as nossas próprias projeções em relação aos ídolos: o mais sério, o mais talentoso, o mais extrovertido, a cara da banda, o coração, a atitude.

isso tudo não passa de uma imagem distorcida que nos chega cheia de conceitos e entendimentos que são exclusivamente nossos (ou, em alguns casos, compramos a idéia de um jornalista ou de um vagabundo qualquer).

eu entendo que os critérios de análise não podem ser simplesmente o número e os nomes dos integrantes. já vi muita família progredir depois que o tio doido foi preso, ou o irmão safado acabou morrendo.

por isso, vc corre um sério risco em atribuir funções e importâncias a pessoas que vc nem sonha como são no dia-a-dia, longe dos palcos. sabe-se lá o quanto o gutje contribuia musicalmente para a banda, ou o ameba participava dos compromissos artísticos com o empenho necessário...

e o meu ponto é um só: NINGUÉM, com exceção dos que ficaram, sabe disso.

entonce, para que tentar formular um pensamento mais elaborado sobre algo tão distante?
no final, o que vai decidir é a sua opinião, totalmente ligada às suas expectavivas, frustrações e experiências.

e vc ainda fala de essência! meu deus, como é que alguém de fora pode ter idéia de qual é a essência de uma banda, família ou relacionamento?

e agora a sua dúvida: então os beatles perderam a sua essência e nunca mais foram os mesmos com a saída de pete best? não tenho palavras...

e o kid abelha foi citado apenas para acompnahra a linha de conversa proposta pelo andré x.

e quanto ao MERDA, não acho que ninguém mais se ofenda com o termo.

pode deixar que quando o meu periquito, que é um membro importante da minha família, morrer, vou mudar meu nome para cláudio lopes, já que nada mais será como antes.

Anônimo disse...

Caro Pedro G., ou você prefere caro Claudio Lopes,

Você já tocou numa banda?

Você sabe como é?

Eu já toquei numa banda há 6 anos atrás. E sei que na banda existe aquele membro que delira totalmente com o que faz e aquele que está lá só por estar lá. No entanto, quando qualquer membro sai, fica o vazio, pois aquele membro fez parte do sonho. E, em relação à Plebe Rude, não se esqueça de que o Ameba e o Gutje fizeram parte de três discos e do reencontro também. Não creio que seria algo meio indiferente. Acho que eles curtiam o que faziam, e o
André X pode confirmar o que digo - eu até gostaria de que o fizesse -, senão teriam provavelmente caído fora muito antes.

Claudio, eu acho que você entendeu mal o que eu quis dizer com os membros da família, mas ainda acho que você sofrerá quando seu periquito morrer. Aproveito para, desde já, desejá-lo meus pêsames.

E eu concordo com você em relação à questão do dinheiro. Sem sustento, não há banda que sobreviva.

Agora, quando você reafirma sua disposição em falar seu palavrão, que para você não é palavrão, denota um sério problema de aceitação. Sugiro que você procure ajuda para se aceitar.

Cláudio, é um prazer ouvir opiniões diferentes da minha.

Grande abraço para você.

Ah, André X, se você puder nos contar como era, vai ser muito bom.

João disse...

Tocar em um trio eletrico no farol da Barra foi uma das melhores iniciativas que os caras da Plebe tiveram. Parecida com o que eles faziam quando, no início de carreira, iam tocar em todo lugar.

Cíce®o disse...

E POR FALAR EM TRIO ELÉTRICO O CÓLERA TAMBÉM TOCOU ...

Henrique Alencar disse...

Acho que é difícil ter uma banda de protesto hoje em dia, digo, protesto consciente, e com raízes no punkrock, tanto é, que dispomos de pouquíssimas bandas de punkrock, no cenário nacional !!!
Hoje em dia, as bandas estão mais preocupadas com FAMA e DINHEIRO, e tão pouco se lixando para o estilo, ou até mesmo as letras, vejo bandas como Good Charlote e Simple Plan, e penso, “mais que merda é essa”, os caras se fazendo de punk’s, com os cabelos milimétricamente espetados, com o visual milimétricamente desarrumado, e atrás deles uma legião de fans, com idade de 13 a 17 anos, que não sabem, ou nunca ouviram um sons Punk de verdade.
Vejo bandas como GBH, Varukers, e até Ramones e Misfits, e tento achar algo em comum, entre essas bandas, e essas atuais, e não acho nada.
O Punk Rock sempre foi uma pedra n sapato da mídia e do governo, mais hoje, com essas bandas novas, como as que já foram citadas, ele está perdendo esse papel, as pessoas pensam que só pelo fato dos integrantes da banda estar usando moicano, são punks, e o que diz nas músicas não tem o menor sentido ou valor!!!
Acho que a Plebe, não quis fazer o jogo que o sistema impõe, e se tornar uma banda POP da vida, quis seguir a linha do protesto, a mesma que consagrou a banda, para muitos isso foi um erro, para mim um acerto, a banda pode até ter umas novidades, mas nada que saia muito do eixo inicial, as letras mudam, mas não podem perdem a lógica inicial.
Um exemplo de mudança brusca foi o do Renato Russo, não sei se por intenção própria, ou imposto por algo ou alguém, mudou completamente sua forma de fazer música, no Aborto Elétrico, fazia músicas de extremo protesto, e na Legião ficou mais calmo, mais romântico, acho que isso foram fazes do Renato, mas acho que ele mudou d+, tanto é que eu adoro o Aborto, e não sou muito chegado a Legião.
Um exemplo de banda que nunca esqueceu das raízes é o Cólera, banda de Sampa, e também muito importante na cena brasileira e européia, o Cólera, nunca saiu da linha do protesto, e ta aí até hoje, já tem quase 25 anos de estrada!!!
Enfim, acho que é normal terem mudanças nas bandas, mas nada muito brusco pode até da certo, mas perde o sentido !!!

Anônimo disse...

Cólera e Plebe Rude no trio elétrico. Nesse caso, como diria o Caetano, "atrás do Trio Elétrico só não vai quem já morreu."

Anonimous de numero 110 disse...

Claro que eles podem usar o nome Plebe Rude, alias esse nome pertence ao André X!

anônimo de número 111 disse...

Deixem o klb quieto! Não futuquem a bosta porra!

Claudio Lopes disse...

Como faço para ouvir as músicas Discórdia, Dançando no Vazio e Mil Gatos no Telhado?

Walter disse...

Concordo sobre Mil Gatos, achei uma música meio fraca, ficaria até bem num cd recheada de boas músicas, porém como música de trabalho fica muito difícil, a mensagem é boa, porém tem boas partes que vc mal entende o q o Phillipe diz, além de ser muito arrastada. Ouvi uma das novas músicas no Teatro Odisseia, Aqui Se Faz Aqui Se Paga, e achei bem melhor do que Mil Gatos, tem uma pegada melhor.

Claudio Lopes disse...

Ok, mas como faço para ouvir essa música também?

Cíce®o disse...

CLAUDIO VC CONSEGUE OUVIR MIL GATOS NO ENDEREÇO:
WWW.VIDEOLOG.TV/PLEBERUDE

Claudio Lopes disse...

Obrigado, Cícero!

Anônimo disse...

Henrique, discordo de vc qdo disse que foi um retrocesso o RR fazer musica romantica, p. mim foi uma evolução, e ele continuou fazendo musicas de protesto, nao ficou so em 1 tema, ele é um artista, um poeta genial que nao podia ficar limitado a um tema so.
Tanto é que podemos fazer dois tipos de shows da legiao: um punk e um mais romantico.
Nenhum punk no brasil pôde se dar ao luxo de compor: Q pais é este, quimica, soldados, a canção do senhor da guerra, tedio, fabrica, geração coca cola, fatima, veraneio vascaina, musica urbana...

Anônimo disse...

Outro exemplo é o cazuza, tb um poeta genial, um pouco menos que o RR,alem de compor musicas bem rock n roll como as do primeiro disco, fazia musicas romanticas e musicas de protesto como: burguesia, ideologia, o tempo nao para, Brasil, blues da piedade,...

Claudio Lopes disse...

Pois foi isso o que eu tentei dizer ao Pedro G. (o que significará esse G.?):

A Plebe Rude poderia ter feito músicas que não fossem apenas de protesto.

Ouvi a Música Mil Gatos no Telhado. Achei a voz do Philippe muito romântica para o conteúdo da letra.

André, e a música "Tá com Nada" que o Detrito Federal gravou? É sua, não é? E o "Arte no Escuro"? Foi você ou o Gutje quem produziu o disco deles? E o Jander e o Gutje? Você tem contato com eles?

Henrique Alencar disse...

Anônimo:
eu disse "Um exemplo de mudança brusca foi o do Renato Russo"
Não disse retrocesso !

Bem eu acho que ele mudou d+, saca, mas não demereço nenhuma música dele, mas não gosto dessa fase dele mais romântica, e essas músicas que você citou, de protesto, são quase todas da fase Aborto.
O cazuza ja foi meio ao contrário, ele começou mais no rock n' roll/blues, com músicas mais românticas, e depois partiu mais pro lado do protesto, outro notável, que eu adimiro muito!
Enfim, não matirizo ninguém por mudar de estilo, as vezes até é presciso fazer uma música diferente, como a Plebe fez Luzes, o Guind'art fez volte Cláudia, rssss, mas segue a mesma lógica =) !!!

Opiniões divergentes existem, e que viva as diferenças ...

abraço anônimo !!!

Anônimo disse...

Acho que um anonimo desse aí é o Gutje

Anônimo disse...

Tem muita gente que fala M.......
PQP

João disse...

Lancei a pergunta na comunidade orkuteira do Arte no Escuro e a própria Marielle confirmou que foi o Gutje que produziu o único disco deles. "Tá com nada" é exclusivamente de autoria do André X.

Realmente, tem gente que fala muita merda.

Gutje Woorthman disse...

Realmente eu faço muita falta nessa porra.
- saudades de mim Divino ?