quinta-feira, março 20, 2008

Plebe em Palmas - pós-show (ou o Day After)





Decidi dividir o relato desse show em partes para vocês poderem ver o que envolve tocar em algum lugar. Desde de a chegada, até a saída, passando pelo show, pela socialização com outras bandas, tentei registrar tudo. E claro, a espera.... como o Philippe e o Txotxa, acima, esperando a van chegar para levá-los ao aeroporto. Queria mostrar também a equipe técnica, o Renato e o Leo, acima com a gente. Bem vindos ao nosso mundo!

14 comentários:

Anônimo disse...

O Philippe só tem essa camisa, ele a usa desde os anos 80. Daqui um tempo vai virar peça de museu.

André X disse...

Então vejamos:
1. ele é um cara que gosta de manter as tradições, não se inflenciando pelas modas passageiras;
2. ele é um conservador, que não gosta de novidades, se mantendo fiél à uma moda que já passou; ou
3. ele é pão-duro mesmo e não compra roupa nova de jeito nenhum.

Escolha.

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Paulo Henrique disse...

Mudando de assunto...

Esses posts de Tocantins estão me dando um novo ohlar sobre o estado. parece que é um lugar melhor que Brasília em alguns aspectos. Superou minhas espectativas. Mas como era de se esperar há um atraso cultural assim como em Brasília.

André. Tô curioso pra saber como o The Clash consegue aquele timbre das guitarras (com bastante ataque e som de gravação antigona). Será que é o cabo parecido cmo fio de telefone? O Philippe deve saber como alcançar esse tom. Eu adoro!

eremilton disse...

Paulo Henrique,

Não acredito nessa teoria do cabo de telefone. O cabo do tefenome é diferente. O cabo de guiitarra é mais parecido com o cabo de TV, precisa ser blindado com uma malha de aço. Caso contrario, vai captar radiação, interferencia e criar ruido. Pelo menos nos timbres mais classicos e limpos que o Clash usava, o ruido não tem nada a ver com isso.

Sei que a pergunta não foi feita para mim, mas acho que posso ajudar. Acredito que o timbre particular, das guitarras do Clash, isso é feito com guitarras e amplificadores da época. Tambem existem estudios analogicos, com equipamento antigo de época, especiais para isso.

Outro dia vi um estudio em NYC que é todo analógico, igual aqueles que existiam nos anos 70. Ele é especializado em black music. O som fica igual daquelas bandas antigas.

Não sei exatamente qual guitarra, amplificador e equipamento é necessario para fazer o timbre de guitarra igual do Clash. Nisso não posso ajudar. Acho que o Phillipe pode. Creio que ele sabe.

Outros que devem saber são os caras do Crazy Legs. O Clash se inspirou muito nesse universo rockabilly.

eremilton disse...

tefenome= telefone (foi mal)

Cícero disse...

ESSE TEMPO QUE FIQUEI PERDIDO NO LIMBO ACONTECEU ALGUMA COISA INTERESSANTE?
-CADÊ O CLEMENTE?

João disse...

Engraçado, nunca vi o Philippe com esse camisa. A que me lembro é aquela do clip de Ate quando, que tem escrito nas costas o nome da banda. Aquela ele usou muito, só que sumiu. O que aconteceu com ela?

Anônimo disse...

a camisa desintegrou.

Anônimo disse...

Por falar em camiseta lembro daquela da Plebe que X fez e que tinha um homem com cabeça de piramide/cone.
Ainda existe essa tela?

Bom, em relação ao Philippe, fico com a alternativa 3... rsrs