Há vida após o rock n roll? Para muitos roqueiros não, quando são forçados a se aposentarem viram uma versão caricata do que eram, se humilhando com turnês de volta e revisitando o invisitável.
John Lydon, não! Acabou os Pistols, inventou o pós-punk com o PiL. Acabou o PiL, virou apresentador de documentários sobre vida selvagem. Com seu estilo particular, claro! Vejam esse clipe do episódio sobre os gorilas.
Vamos imaginar agora os nossos roqueiros. Dinho apresentando programas de malhação na TV? Frejah comentando os Fashion Weeks? Chorão lendo o obituário na Rede TV?
terça-feira, abril 29, 2008
Macaquices do Rotten
sexta-feira, abril 25, 2008
Fotos de Divulgação do R ao Contrário
Mais um álbum criado no Flickr da Plebe Rude. Tratam-se de fotos tiradas pelo Niclau El-mor em uma estação de metrô abandonada (foi construída, mas nunca utilizada, nem acabada) em Brasília. Esses cliques foram utilizados na divulgação do CD R ao Contrário no ano de 2007. Achei interessante compartilhá-las com vocês.
Bom fim-de-semana e cuidado com padres loucos voando pelos céus presos em balões.
quinta-feira, abril 24, 2008
60 mil bloggadas!
Quando comecei esse blog, a intenção era dar uma visão mais pessoal do que acontece no universo Plebe Rude, desabafar algumas indignações sobre esse mundeco no qual vivemos e seus habitantes e, também, divulgar alguns textos que escrevo a cada eclipse lunar. Consegui fazer bem, na minha avaliação, os primeiros dois objetivos, tenho que publicar mais contos.
Informo, com muita alegria, que ultrapassamos os 60 mil hits! Essa marca me deixa muito feliz, o objetivo é zerar o contador aos 100 mil, que espero que aconteca este ano ainda. Esse é o 778º posto, será que tem alguém além de mim que leu todos?, ha ha ha ha ha.....
Sempre procurando melhorar, um abraço para todos e espero muito mais para o futuro.
Informo, com muita alegria, que ultrapassamos os 60 mil hits! Essa marca me deixa muito feliz, o objetivo é zerar o contador aos 100 mil, que espero que aconteca este ano ainda. Esse é o 778º posto, será que tem alguém além de mim que leu todos?, ha ha ha ha ha.....
Sempre procurando melhorar, um abraço para todos e espero muito mais para o futuro.
quarta-feira, abril 23, 2008
A Era dos Extremos vs. o Fim da História
A festa dos 48 anos de Brasília me lembrou de uma frase que li no livro A Era dos Extremos, do historiador marxista Eric Hobsbawn. O livro trata da história do século XX e, na observação do autor, a maioria dos jovens crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado. Com isso, quis dizer que não há espaço intelectual para entender o porquê da situação atual, nem com um mínimo de planejamento para tentar mudar o futuro, mesmo que seja num microcosmo de sua própria vida.
Assim que me juntei às centenas de milhares de pessoas na esplanada me ocorreu ser muito verdade essa observação. Uma cidade com pouco menos de meio século já abriga uma população que se esqueceu as razões da capital ser onde é, de sua história, do golpe de ’64, dos anos de chumbo, da abertura, de tudo que levou a essa gente estar onde está hoje. É muito pouco tempo para esquecer um passado tão recente. Hoje se divertem na festa do Arruda. Amanhã será menos que lembranças, pois estarão pulando em águas fétidas de outra festa popular, promovido por outro governante.
Uma grande prova disso é o show do Capital Inicial, que também tem uma história de batalhas e lutas quase desconhecidas pela claque que juntavas as mãos no ar e vibrava a cada “cara” pronunciada pelo Dinho. Músicas que eu nunca havia ouvido antes eram cantadas por um milhão de vozes. Tudo bem, não ouço rádio, não vejo canal aberto, não leio Contigo. Não faço parte do público alvo da banda, mas isso não é estranho, chegar ao sucesso exluíndo do processo seus próprios pares (não eu pessoalmente, mas os que batalharam e lutaram lado a lado para estabelecer esse rock-Br)? Para uma noite tão especial, senti falta de mais material próprio, de citações do passado, não para relembrar os “bons velhos anos”, mas para dar o aval de estarem onde estão. Tirando Fátima e Veraneio Vascaína, não sabia a letra de nenhuma outra música deles.
Teve uma hora que o Dinho descreveu a sua visão de cima do palco do Congresso Nacional, dizendo ser um prédio muito pequeno, do tamanho dos homens que lá trabalham. Completou dizendo que não mereciam representar quem estava lá assistindo o Capital. Esqueceu ele que essas mesmas pessoas que o aplaudiam, eram as que colocaram os deputados e senadores lá no Congresso.
Cesar já sacava que o povo quer mesmo pane et circus.
PS – Não interpretar o texto acima como uma crítica à banda. Eles surfam o mar conforme as ondas permitam. A leitura é num contexto bem maior, usando o rock somente como referência. O show foi majestoso.
Assim que me juntei às centenas de milhares de pessoas na esplanada me ocorreu ser muito verdade essa observação. Uma cidade com pouco menos de meio século já abriga uma população que se esqueceu as razões da capital ser onde é, de sua história, do golpe de ’64, dos anos de chumbo, da abertura, de tudo que levou a essa gente estar onde está hoje. É muito pouco tempo para esquecer um passado tão recente. Hoje se divertem na festa do Arruda. Amanhã será menos que lembranças, pois estarão pulando em águas fétidas de outra festa popular, promovido por outro governante.
Uma grande prova disso é o show do Capital Inicial, que também tem uma história de batalhas e lutas quase desconhecidas pela claque que juntavas as mãos no ar e vibrava a cada “cara” pronunciada pelo Dinho. Músicas que eu nunca havia ouvido antes eram cantadas por um milhão de vozes. Tudo bem, não ouço rádio, não vejo canal aberto, não leio Contigo. Não faço parte do público alvo da banda, mas isso não é estranho, chegar ao sucesso exluíndo do processo seus próprios pares (não eu pessoalmente, mas os que batalharam e lutaram lado a lado para estabelecer esse rock-Br)? Para uma noite tão especial, senti falta de mais material próprio, de citações do passado, não para relembrar os “bons velhos anos”, mas para dar o aval de estarem onde estão. Tirando Fátima e Veraneio Vascaína, não sabia a letra de nenhuma outra música deles.
Teve uma hora que o Dinho descreveu a sua visão de cima do palco do Congresso Nacional, dizendo ser um prédio muito pequeno, do tamanho dos homens que lá trabalham. Completou dizendo que não mereciam representar quem estava lá assistindo o Capital. Esqueceu ele que essas mesmas pessoas que o aplaudiam, eram as que colocaram os deputados e senadores lá no Congresso.
Cesar já sacava que o povo quer mesmo pane et circus.
PS – Não interpretar o texto acima como uma crítica à banda. Eles surfam o mar conforme as ondas permitam. A leitura é num contexto bem maior, usando o rock somente como referência. O show foi majestoso.
terça-feira, abril 22, 2008
Brasília - 48 anos
Ontem foi aniversário de Brasília. Impressionante quando se percebe que a capital federal tem somente 48 anos e o quanto se desenvolveu. Duvido que quaisquer dos brilhantes arquitetos, urbanistas e palpiteiros em 1960 conseguissem prever um crescimento desse porte aqui, no meio do Planalto Central.
Como ocorre em todo aniversário de Brasília, a Esplanada dos Ministérios é fechada para as comemorações. O Arruda não poupou energia e planejamento e ofereceu aos brasilienses uma festa e tanto. Liberou o metrô, possibilitando a vinda de uma manada de pessoas. Estima-se um número perto de um milhão de pessoas passaram pelo local.
Estive lá das 14 às 22 horas. Primeiro, fui levar a Ana para ver a Esquadrilha da Fumaça, que sempre me surpreende. Muita gente, uma multidão digna das metrópoles da China. Estivemos na praça do Museu da República, aquele em forma da casa dos Teletubbies. O Niemeyer projeto três lagoas circulares, que estão cheias de água fétida e suja. Claro que os tanques pareciam o Rio Gandhi, cheio de crianças nadando de cuecas. Sem nenhum banheiro por perto, duvido que saíssem para fazer suas necessidades. Consigo prever que vários irão contrair doenças até o fim do mês.
Observei os que me cercavam, a maioria, 99%, pessoas das classes C e D que vieram das cidades satélites. Interessante notar que realmente houve distribuição de renda no governo Lula (ou talvez desde o governo FHC). Todos tinham dinheiro para gastar em cervejas (vendidas ilegalmente dos porta-malas dos carros), picolés, CDs e outras coisas que estavam sendo vendidas. No entanto, educação zero. Mesmo com lixos presentes, tudo quanto era lata, garrafa e papel tinham um único destino: o chão. Lá pelas 16 horas, quando começou o Streetball, a Esplanada parecia uma grande depósito.
Outra percepção, agora que têm o que comer, comem, sem preocupação nenhuma com alimentação. O que se vê de buchos de fora incomoda. Imagem aquelas funkeiras, calça apertadinha, justinha, camisa levantada e o barrigão mostrando alegremente um piercing de latão pendurado do umbigo. Bem que o IBGE alertou, a obesidade é um risco à nossa população.
De noite, o show de gravação do DVD do Capital Inicial. Fazem um pop competente e é confortante saber que conseguiram a notoriedade que têm. Tem umas fotos nesse link, vejam como foi. Até o Arruda estava lá, de verde, claro, aprovando tudo. Dinho foi um anfitrião de primeira, mesmo não parando de falar “cara”. É sua marca registrada – além do piercing no umbigo, claro. Foi legal ver meu amigo do peito, Fê, tocando com tudo. Foi o melhor da banda, na minha opinião. Detestei aquela boneca da Natasha, parecendo mais uma dançarina do Tchã do que a roqueira retratada na letra.
Bom, não vamos falar de letras......... que venha o DVD, que incluirá Geração Coca-Cola, Que País é Esse, Mulher de Fases, Primeiros Erros, outra da Legião, além, claro, dos hits do Capital.
Desaparecimento
Não o blog não está abandonado. Tem coisas que acontecem em nossas vidas que exigem que toda nossa atenção mental e emocional fiquem focadas. Isso aconteceu comigo. Na segunda passada, meu pai foi internado na UTI, primeiro com pneumonia, desenvolvendo depois um choque séptico. Não tinha motivação para outra atividade a não ser torcer pela sua melhora e ficar com a família.
A boa notícia é que já melhorou. Ainda está em estado grave, mas sua melhora é lenta e significativa. Agradeço todos os votos de solidariedade recebidos.
A boa notícia é que já melhorou. Ainda está em estado grave, mas sua melhora é lenta e significativa. Agradeço todos os votos de solidariedade recebidos.
terça-feira, abril 15, 2008
Abobrinhas com Donuts.

Essa foto me impressionou muito. Não veio como surpresa, mas como confirmação do quão estúpido é o ser humano. Os carinhas de terno da trilogia Matrix tinham razão, somos o vírus de nosso planeta. A Agência Espacial Européia divulgou a imagem que mostra o globo terrestre e o tanto de lixo espacial que está em órbita. Não contente com a poluição dos oceanos, agora atacamos o espaço.

Chaves censurou os Simpsons. Há há há, adoro esse programa, coitado dos venezuelanos que vão ter que ficar com as reprises dos discursos de seu líder. E os argentinos estão revoltados porque num episódio recente dos Simpsons, chamam o Perón de ditador. Ué, ele, Médici, Geisel, Strossner e Pinochet eram o quê?

Outra notinha que quero que reflitam. Não sei se estão acompanhando o caso do reitor da UnB que permitiu o pagamento da reforma de seu apartamento funcional com cartão corporativo. Bem, os estudantes da universidade, revoltados, invadiram a reitoria e conseguiram derrubar o reitor e o vice.
Nunca em toda minha história de UnB vi a imprensa apoiar tanto uma invasão de prédio público como esse. Deixando de lado a discussão da ética ou falta de ética das ações do reitor, me deixa com a pulga atrás da orelha o apoio da mídia aos estudantes. Acho que estão sendo usados, meros peões numa jogada cujos verdadeiros objetivos desconhecem. É estranho a nossa imprensa não exigir de forma tão contundente a saída dos outros servidores públicos que usurparam o dinheiro público por meio do cartão corporativo.
Tanto é que, confirmando, uma vez expulsos os reitor e vice, quando os estudantes invasores se recusaram a sair do prédio, a imprensa já está chamando-os de radicais. É muito fácil manipular jovens com raiva, já diziam os estrategistas de antigamente.
sexta-feira, abril 11, 2008
Plebe na Flickr
Abri uma conta, em nome da Plebe Rude, na Flickr. Trata-se de um serviço na internet que permite o compartilhamento de fotos e vídeos. Achei que seria uma forma interessante de democratizar nosso arquivo visual recente. Assim, abre-se mais uma forma de contato com a Plebe Rude, que já conta com o site oficial (meio desatualizado por problemas operacionais do host), com o nosso My Space, com o blog do Txotxa e, claro, esse espaçinho aqui.
Para ponta-pé inicial, umas imagens que vinha guardando que serviram para a concepção da capa do R ao Contrário. Essas foram trocadas entre a Eye Design e a Plebe até chegar no produto final. Veja o album aqui ou vá para http://www.flickr.com/gp/25518956@N07/1HJ811.
Podem deixar comentários a vontade.
Para ponta-pé inicial, umas imagens que vinha guardando que serviram para a concepção da capa do R ao Contrário. Essas foram trocadas entre a Eye Design e a Plebe até chegar no produto final. Veja o album aqui ou vá para http://www.flickr.com/gp/25518956@N07/1HJ811.
Podem deixar comentários a vontade.
Semana Proveitosa
Semana proveitosa. Inserção na reportagem do DF-TV sobre aniversário de Brasília. Depoimentos para o especial do Concreto na MTV. Músicas novas borbulhando no estúdio do Philippe. Possibilidades de novos shows.
Tem também uma possível locação para o nosso DVD: a concha acústica! Quando fomos fazer a reportagem da Globo local, reparamos a potencialidade do lugar. Vista linda, uma outra visão de Brasília. Espaço. Possibilidade de fazer um evento de graça. Palco grande. Seria uma boa.
Presentinho para curtirem no fim-de-semana: o francês Le Le com seu novo hit Breakfast. Eu sempre fui fã dos absurdos poéticos do Iggy Pop, com clássicos como "she fits me like a glove, we do it in the mud" ou "i got a pain in the neck/what the hell, what the heck". Mas o Le Le foi além, com um rap comparando a mulher com um café da manhã. "you're the cheese on my baguett/the jelly on my bread/the french on my toast" ou o melhor: "holla holla holla, oat meal and granola". Muito bom, ouçam no desejum diário para começar bem o dia. Yeah, Bitch, you're breakfast!
quinta-feira, abril 10, 2008
Plebe no Ar.
Fiquei longe do blog durante os últimos dois dias por uma boa razão: divulgação da Plebe Rude.
Na terça, Philippe e eu gravamos uma inserção numa reportagem do DF-TV (Globo) sobre marcos de Brasília que estão abandonados. Focamos na Concha Acústica, à beira do Lago Paranoá, que é um local excelente para shows, apresentações, dança, teatro, mas é ignorado pela administração pública. O local está visivelmente abandonado e sem nenhuma programação oficial. É uma pena, poderia abrigar toda uma política cultural do GDF. Isso vai ao ar no aniversário de Brasília, dia 21 de abril.
Ontem, quarta, gravamos nossa participação no programa Álbum Clássicos, da MTV, que vai focar no Concreto Já Rachou. Foi muito bacana e comovente relembrar o processo que levou à gravação de nosso primeiro disco, seu impacto e conseqüências. Vai ao ar em maio, aviso quando souber mais precisamente da data.
E com tudo isso perdi Bad Brains em SP ontem!!! Para quem já viu o documentário American Hardcore, o BB tem um papel fundamental, pois foi quem criou o gênero. Isso é muito importante, pois muitos acham que o estilo é 100% White. Muito enganados estão, pois o gêneses de tudo foram os Bad Brains.
Na terça, Philippe e eu gravamos uma inserção numa reportagem do DF-TV (Globo) sobre marcos de Brasília que estão abandonados. Focamos na Concha Acústica, à beira do Lago Paranoá, que é um local excelente para shows, apresentações, dança, teatro, mas é ignorado pela administração pública. O local está visivelmente abandonado e sem nenhuma programação oficial. É uma pena, poderia abrigar toda uma política cultural do GDF. Isso vai ao ar no aniversário de Brasília, dia 21 de abril.
Ontem, quarta, gravamos nossa participação no programa Álbum Clássicos, da MTV, que vai focar no Concreto Já Rachou. Foi muito bacana e comovente relembrar o processo que levou à gravação de nosso primeiro disco, seu impacto e conseqüências. Vai ao ar em maio, aviso quando souber mais precisamente da data.
E com tudo isso perdi Bad Brains em SP ontem!!! Para quem já viu o documentário American Hardcore, o BB tem um papel fundamental, pois foi quem criou o gênero. Isso é muito importante, pois muitos acham que o estilo é 100% White. Muito enganados estão, pois o gêneses de tudo foram os Bad Brains.
segunda-feira, abril 07, 2008
Tenori-On na Plebe?
Como músico, gosto de estar na crista da onda em termos de o que é possível fazer hoje em dia. Nada substituí o baixo/guitarra/bateria, claro, que ainda são o centro de toda composição, assim como a caneta e o papel são o centro de toda escrita. No entanto, gosto de usar novos brinquedos para estimular a criação e sair do óbvio.
Para vocês terem uma idéia, O Que Se Faz foi composto em cima de um loop muito doido que havia feito em cima de um trompete, uma batida e muita programação num MPC-2000. Quando chegamos à música mesmo, tiramos o MPC e ficou como ficou no disco.
Tem um instrumento – será que pode ser chamado disso? – que é o Tenori-on, fabricado pela Yamaha que está em minha mira. Imagine compor visualmente, controle de sons por meio de luzes, tudo na ponta de seus dedos? Vejam os vídeos e, se um dia tiver 600 libras sobrando, vão me ver com um desses.
O que achariam do X no palco tocando um Moog ou um Tenori-on?
sexta-feira, abril 04, 2008
Plebe 2008
Hoje, oficialmente, começamos a establecer as fundações do que virá a ser o novo trabalho da Plebe Rude. Fui para a casa do Philippe, onde ele me mostrou algumas idéias (muitas já bastante desenvolvidas) de músicas. De um total de seis, duas me deixaram bastante animado. São todas bem Plebe, guitarra a lá Philippe, bem trabalhada, batida tribal, baixo marcante. Continuarei a mantê-los informados.
Zombie Strippers - Trailer
Zombie Strippers tem tudo para ser o filme do ano. O Oscar de 2008 tem que ir para Jenna Jameson, rainha do onanismo, musa pornô.
Aquela fala final: são zumbis, não, são strippers, não, são strippers zumbis é melhor que qualqer scorcesse, wenders ou stone!
quinta-feira, abril 03, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
Palavras difíceis de escrever...
O Philippe já deixou um recado no site oficial, então acho que já posso passar a notícia. A partir de hoje, não vou estar mais vinculado à Plebe Rude. Após mais de duas décadas à frente da banda, não passo mais a fazer parte de seus elencos. Philippe, Txotxa e Clemente saberão levar adiante a bandeira, eu, infelizmente, tenho que aproveitar a oportunidade que se mostra.
Meus amigos de antigamente, Dado e Bonfá, me convidaram para uma turnê da Legião Urbana, ao lado deles e do Paulo Ricardo, prestando homenagem ao Renato. Sei que muitos vão me taxar de hipócrita e vendido, mas tenho que me capitalizar. Espero que entendam. Não será o fim do X na Plebe (espero), mas umas férias testando novos palcos.
Nunca deixem de ser Plebeus!
Amém.
1º DE ABRIL!!!! ha ha ha ha ha ha ha..... errr.... sem graça!
Meus amigos de antigamente, Dado e Bonfá, me convidaram para uma turnê da Legião Urbana, ao lado deles e do Paulo Ricardo, prestando homenagem ao Renato. Sei que muitos vão me taxar de hipócrita e vendido, mas tenho que me capitalizar. Espero que entendam. Não será o fim do X na Plebe (espero), mas umas férias testando novos palcos.
Nunca deixem de ser Plebeus!
Amém.
1º DE ABRIL!!!! ha ha ha ha ha ha ha..... errr.... sem graça!
segunda-feira, março 31, 2008
Cuba Exige: Toca Raul!
Lembram daquele post sobre a renúncia de Fidel Castro? Seu irmão, Raul Castro, foi “votado” como o sucessor. Numa discussão, muitos leitores achando que não faria diferença, outros achando que o cara seria uma espécie de fantoche do irmão aposentado.
Para aqueles que estão seguindo as notícias, alguns indícios mostram uma lenta, porém significativa, abertura. É importante que os cubanos liderem a inevitável transição para o mundo globalizado, em contra-ponto a algum outro país interferir em seu terreiro.
O que fez Raul? Primeiro, liberou o uso de celulares para a população. Até então, só a alta cúpula do partido que podia ter acesso ao telefone móvel. Deve ter sido uma moleza para eles, imaginem, poucos celulares, era possível ter TODOS os números na memória de TODOS os celulares. Não havia desculpa para “eu não tenho seu número”.
- Camarada, por que não me ligou ontem?
- Não tinha seu número.
- Como não, só tem 39 celulares na ilha? Paredón!
Bem, agora, teoricamente, todo cubano pode ter um celular. O problema é como comprar um, tendo em vista que são caros e a renda média vai para comprar alimentos e não comunicação. Essa pequena decisão do Raul vai obrigar muitos a procurarem novas rendas. Nova renda = empreendorismo = mercado = mundo globalizado. Achei muito significativo ele ter começado a reforma justamente pelo aparelho símbolo do mercado livre. Outra: quem vai oferecer os serviços? Em breve, prevejo empresas estrangeiras de telefonia abrindo em Cuba.
Tão importante quanto a liberação do celular, é a liberação da compra de computadores. Tudo dito sobre a liberação da telefonia móvel se aplica ao computador.
Hoje, outra proibição cai. Cubanos já podem se hospedar nos hotéis da ilha. Antes não podiam, só turistas e, claro, a cúpula burocrática estatal. Bem, aí é o seguinte, outra lei cubana diz que somente hóspedes de hotéis podem alugar carros. Bom, se um cubano já pode se hospedar num hotel, teoricamente, enquanto hóspede, pode alugar um carro. Com isso, pode se locomover e dormir em qualquer ponto da ilha que tenha um hotel. De novo, bastante significativo, tendo em vista que para fazer negócios, o empreendedor tem que se locomover e, muitas vezes, dormir fora de casa.
Raul cumpre o que promete: reduzir o grande números de proibições. Se ele somente conseguisse proibir o irmão de fazer aqueles discursos que duram horas.....
Cena final: na cúpula do partido cubando, o presidente está com problemas com o celular, que não toca. Mexendo nos controles, o assessor tira do “mudo”, resolvendo a questão.
Raul: “Essa porra não toca!”
Assessor: “Já arrumei.”
Raul: “Não toca!”
Assessor: “Toca Raul! Toca Raul!”
E a galera do cogû, cachû e urrû comemora!
Para aqueles que estão seguindo as notícias, alguns indícios mostram uma lenta, porém significativa, abertura. É importante que os cubanos liderem a inevitável transição para o mundo globalizado, em contra-ponto a algum outro país interferir em seu terreiro.
O que fez Raul? Primeiro, liberou o uso de celulares para a população. Até então, só a alta cúpula do partido que podia ter acesso ao telefone móvel. Deve ter sido uma moleza para eles, imaginem, poucos celulares, era possível ter TODOS os números na memória de TODOS os celulares. Não havia desculpa para “eu não tenho seu número”.
- Camarada, por que não me ligou ontem?
- Não tinha seu número.
- Como não, só tem 39 celulares na ilha? Paredón!
Bem, agora, teoricamente, todo cubano pode ter um celular. O problema é como comprar um, tendo em vista que são caros e a renda média vai para comprar alimentos e não comunicação. Essa pequena decisão do Raul vai obrigar muitos a procurarem novas rendas. Nova renda = empreendorismo = mercado = mundo globalizado. Achei muito significativo ele ter começado a reforma justamente pelo aparelho símbolo do mercado livre. Outra: quem vai oferecer os serviços? Em breve, prevejo empresas estrangeiras de telefonia abrindo em Cuba.
Tão importante quanto a liberação do celular, é a liberação da compra de computadores. Tudo dito sobre a liberação da telefonia móvel se aplica ao computador.
Hoje, outra proibição cai. Cubanos já podem se hospedar nos hotéis da ilha. Antes não podiam, só turistas e, claro, a cúpula burocrática estatal. Bem, aí é o seguinte, outra lei cubana diz que somente hóspedes de hotéis podem alugar carros. Bom, se um cubano já pode se hospedar num hotel, teoricamente, enquanto hóspede, pode alugar um carro. Com isso, pode se locomover e dormir em qualquer ponto da ilha que tenha um hotel. De novo, bastante significativo, tendo em vista que para fazer negócios, o empreendedor tem que se locomover e, muitas vezes, dormir fora de casa.
Raul cumpre o que promete: reduzir o grande números de proibições. Se ele somente conseguisse proibir o irmão de fazer aqueles discursos que duram horas.....
Cena final: na cúpula do partido cubando, o presidente está com problemas com o celular, que não toca. Mexendo nos controles, o assessor tira do “mudo”, resolvendo a questão.
Raul: “Essa porra não toca!”
Assessor: “Já arrumei.”
Raul: “Não toca!”
Assessor: “Toca Raul! Toca Raul!”
E a galera do cogû, cachû e urrû comemora!
sexta-feira, março 28, 2008
Fechando a Semana
Bem, mais uma semana finalizando e amanhã é aniversário de 3 anos da Ana. Como pai, tento passar informações às minhas filhas que abrangam um leque maior do que elas têm acesso. Assim, aos 5 anos de idade, a Alicé já sabia quem era Bela Lugosi, sabia reconhecer o humor em ver um sósia do Elvis e gostava de ouvir Lee Perry. A Ana está viciada nos desenhos antigos do Super Mario Brothers, tem um pijama do Sonic Youth e nunca viu um Xuxa nos seus 3 invernos.
Bom. Acima, um trailer, de um filme que promete. Quero samplear esse "that is good weed, that is good weed", para usar como ringtone, ha ha ha. Imagine, reunião no Banco Central, alguém me liga e soa pela sala: good weed, good weed.
No meu iPod: Bauhaus, Does It Offend You Yeah, Teenagers, Kerri Chandler, Inland Knights, Clap Your Hands Say Yeah, entre outros.
Na TV, Sopranos!
Na cabeceira: Sonic Transmissions, a história do Television.
Finalizando: dêem um pulo no nosso My Space (link aí do lado).
Bom fim-de!!!
quinta-feira, março 27, 2008
Plebe rude No Tendencies Rock festival Palmas to
Para finalizar Palmas, um video postado no You Tube.
terça-feira, março 25, 2008
Little Girl Lost toca Brasília
Adoro quando bandas fazem cover da Plebe. Ainda mais, quando escolhem uma música que não são as óbvias, tipo Até Quando e Proteção. O Philippe me passou o link do vídeo acima, que é uma banda chamada Little Girl Lost tocando Brasília. Difícil escolha, se esforçam bastante, bom trabalho. O Biquini queria gravar A Ida naquele disco no qual eles interpretam os anos 80s, mas acabou não saíndo, pena. O Paralamas quase gravou Pressão Social no acústico, mas também acabou não entrando. O que eu queria mesmo é o Zé Ramalho cantando Longe, do terceiro disco. Sonha, X, sonha!
Não sei nada da banda, se alguém souber....
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