sexta-feira, abril 17, 2009

Shows e DJ -X!

Domingo, showzão da Plebe perto da Torre de TV. Quero ouvir um parabéns-pra-você bem alto, heim?

Dia 18 de maio, Plebe em Ribeirão Preto. Espero tomar uns choppes gelados com os plebeus locais.

Dia 9 de maio, André X djing no Velvet Club em Belo Horizonte. Punk, pós-punk e rock dancante.

Ufa! Mais por vir....

segunda-feira, abril 13, 2009

Ho ho ho, e uma garrafa de rum.


Você é um Capitão Phillips ou é um marinheiro sem rosto? Esse é a pergunta que todos devemos nos fazer quando arriscamos nossas vidas pelo Estado. O barco do capitão foi atacado pelos piratas somalis e, para salvar sua embarcação, ele se entregou aos flibusteiros africanos, que passaram a exigir um resgate de US$ 2 milhões para libertá-lo. Imediatamente os EUA disponibilizaram quatro navios de guerra para a região que acabaram por libertar o Phillips, sem nenhum pagamento ter sido feito.
No entanto, outros 250 marinheiros estão em poder desses criminosos. A maioria são filipinos, os outros paquistaneses, indianos e árabes em geral. Não há mobilização de destroyers nem de canhões para auxiliá-los. Na verdade, nem as empresas pelas quais foram contratados se mostram muito interessadas no pagamento dos resgates solicitados.
O que causou a costa da Somália a se tornar o mar mais perigoso para navegação em todo planeta? Se formos traçar as causas, chegaríamos aos países vítimas dos piratas: EUA e Europa. Quem financiou a tomada de Mogadishu, capital da Somália? Dólares americanos. Não deu certo e hoje o país está sem nenhuma instituição formal funcionando. Quem perde, é claro, é o povo. O país está sem lei, dividido entre grupos extremistas que, sem ajuda externa, vêem na pirataria uma fonte de lucro.
Depois de criar as condições propícias para essa anarquia, os EUA agora exigem que as Nações Unidas tomem uma providência para estabilização da região. Não tem solução fácil. Melhor pensar duas vezes na próxima vez que meter o dedo região onde não é chamado.

quinta-feira, abril 09, 2009

19 de Abril tem Show!


Dia 19 de abril é o Dia do Índio! E também é o meu aniversário! Também é um domingão! Também é a data do próximo show da Plebe Rude em Brasília, em frente à Torre de TV!

Venham comemorar comigo, com a Plebe e com os índios! Afinal, todo dia é dia de índio, plebe e X!

Transparência e Imparcialidade

O post passado gerou uma série de comentários que, se não diretamente, pelo menos subliminarmente, tratam da imparcialidade da imprensa. Não tenho ilusão nenhuma quanto a isso, não existe imprensa imparcial. Também acho que não deva existir.
Lidar com informações, criar um texto, reportar um acontecimento, sempre deve, na minha opinião conter um viés subjetivo. Primeiro, porque, é impossível comunicar se distanciando do fato. Segundo, porque se fosse possível, seria o texto jornalístico mais chato do mundo. Até em nossa escolha musical, que não é de forro íntimo pois a impomos nos outros, escolhemos favorecer um estilo ou segmento, porque achar que na mídia seria diferente?
O problema não é o fato de um veículo de comunicação ser parcial ou não, o que acho horrível mesmo é quando fingem ser. Assim, o jornal publica um monte de informação disfarçada de isenta, mas contém em suas entrelinhas um direcionamento político, religiosos, econômico ou de algum outro grupo de interesse. Gosto das coisas às claras: “sou marxista e assim minhas reportagens são dadas sob essa ótica”; “sou patrocinado pela indústria do fumo e defendo sempre esse setor”; “tenho interesse no PMDB no poder, portanto apoio suas decisões”.
Informação é poder e ficar em cima do muro, indefinido, sem comprometimento dá mais poder ainda. Claro, também permite mais manipulação.
Ainda vai chegar um dia que um Jô Soares exponha no seu programa seu apoio ou rejeição a algum político como faz o David Letterman, que sempre deixou claro ser anti-Bush. Quando um Jornal Nacional fizer um editorial posicionando a Globo em favor ou contra algum fato político, como faz a BBC. Sim, todos servem seus mestres, o nosso desafio é descobrir quem são eles.

quarta-feira, abril 08, 2009

Madrugada voráz


Sou um madrugador. Apesar de sempre exercer minhas tarefas de roqueiro à noite, a melhor fase do dia para minha mente e meu corpo é a manhä. Hoje, 6h15min já estou com minha granola em frente do computador para ler as últimas notícias. Passo pelo Estadäo, Folha, Gazeta do Povo, todos noticiando o replique do terremoto na Itália, o esforço contra a crise, o aumento do IPI nas bebidas alcólicas (tem gente que já está estocando!) e noticias semelantes.

Daí clico no site do Globo, onde o destaque, a notícia mais impotante, é o resultado final do BBB. Em letras garrafais, ocupando quase toda a tela! Cada um prioriza o que quer, mas maior e mais influente jornal do país deveria ser mais cuidadoso.

Finalmente, checo o meu e-mail, onde recebo o link encaminhado pelo Balé da Desenciclodpédia e esse stencil, acima para ser impresso, recortado e usado.

Não sujem sua cidade.

terça-feira, abril 07, 2009

Viva Geeks!

Tem uma diferença muito grande entre um nerd e um geek. O primeiro é aquele cara inteligente, mas com o QI Emocional lá embaixo, incapaz de se socializar com o mundo externo. Já o geek também é ultrainteligente, mas tem um senso social mais apurado. A grande diferença mesmo é que hoje em dia é legal ser geek. Inclusive, o geek faz mais sucesso entre as meninas do que o atleta fodão. Talvez essa última afirmação seja um pouco demais, pois quem tem grana, poder e prestígio ainda consegue ganhar o coração das garotas (porém, cada vez mais elas estão abrindo a cabeça e se apaixonando por geeks!).

Porque tudo isso? Bem, estive revendo minha história de vida e acho que podia ser qualificado como um geek adolescente e universitário. Sempre tirei notas altas, participava das discussões escolares, mas também ficava bem na foto no lado social. O grande garimpeiro da internet, Pio, me viciou a tempos num site só de Geeks, chamado ThinkGeek. Lá tem umas coisinhas muito legais, tais como:

Um zumbi de brinquedo que o controle remoto é um cérebro. Ele fica atrás gemendo “brains, brains”.


Micróbios de pelúcia! Que tal brincar com um vírus da malária ou um espermatozóide fofinho?


Camiseta que indica onde você está no universo. Nunca mais se perca!
Pura diversão inteligente!

quarta-feira, abril 01, 2009

Étnica ou Ética?


Gostei muito da discussão sobre nosso sistema penitenciário. Debate de alto nível, com sugestões que fariam orgulho de qualquer congressista sério (existe?). Então lanço outro tema, que tirei de uma manchete do Estadão: a atual crise é étnica ou ética?

Pelos recentes comentários de nosso líder de Estado, Lula, não está muito claro. Primeiro, ele vem e diz que crise que nos atinge foi causada por “gente branca, de olhos azuis”. Os japoneses, árabes e negros que estão nas instituições financeiras respiram aliviados, apontando os dedos acusadores para os branquelos culpados de tudo. Muito superficial e até racista esse comentário.

Hoje sabemos que a culpa foi pura ganância, não só do mercado, mas também dos governos que mamavam nos impostos recolhidos de operações com alto grau de risco para o sistema. Porém, nenhum governo, nem o nosso, teve a coragem de secar a fonte e trazer solidez e confiança. Ninguém queria matar a galinha dos ovos de ouro e agora ficam caçando culpados.

Outra declaração do Presidente, que também envolve raça é a de que a parceria EUA/Brasil não tem como dar errado pois trata-se de um negro com um operário. Puxa, agora me sinto mais seguro, espero que o G-20 perceba isso e troque todos seus dirigentes por afro descendentes e trabalhadores vindo direto do chão de fábrica!

O que o Inácio não pescou é que o Obama tem doutorado, é escolado, filho de pobres, mas que lutaram para ter uma ascensão por meio da educação. Sim, o mais impressionante dele é que não só é o primeiro presidente estadunidense negro, como o primeiro que tem mãe e pai doutores. Também tiro o chapéu para Lula, que não é um mero operário, mas uma pessoa que passou décadas sendo forjada para chefiar a nação, que tem um enorme poder de conciliação e sabe usar sua carisma. O problema dele é tentar simplificar as coisas, jogando com a ignorância e intolerância do povão.

Finalizando, fico com vergonha quando o Lula diz que vai ao G-20 mas se sente um peixe fora da água. Não quero que meu governante, aquele eleito para ser meu representante entre num fórum tão importante se sentindo um mané, um outsider, um Forest Gump. Ou ele vai e põe o pau na mesa e exige respeito, ou põe o rabo entre as pernas e nem vai!

Foi aberto o espaço debativo!

terça-feira, março 31, 2009

Mais Abobrinhas de Março.


Sex is in the air! Calvin adolescente? O Tigre com ciúmes? Há há há ...... adoro essas versões sacanas dos quadrinhos originais. Antigamente, lá nos 80s, havia uma revista independente de quadrinhos chamada Animal (cliquem aqui para ver a galeria das capas). Naquela época, não canso de explicar, não havia internet e, para piorar o fluxo de informação underground, havia censura e reserva de mercado. Difícil demais para fãs de bandas desenhadas terem acesso ao que melhor estava sendo editado no mundo. A revista Animal, enquanto durou, saciava nossa sede todo mês com as edições normais e, ainda, esporadicamente, com as edições especiais.

O que sexo tem haver com isso? As histórias, especialmente as de origem européias, eram eroticamente perfeitas. Não iam ao pornô, não deixavam o sexo obstruir a história, mas dosavam direitinho para manter meus níveis de testosterona pós-adolescência em alta. E tinha uma tirinha – parecida com essa do Calvin – que mostrava a turma da Mônica entrando da puberdade, explorando os desejos que floriam. Obviamente não durou muito, foram censurados, carimbados e processados. (Obs.: se alguém tiver esses desenhos digitalizados, mande para mim!)


Todos sabem que está chegando às telonas um novo filme da franquia Jornada nas Estrelas, né? Quando assistia Star Trek ou Perdidos no Espaço, nunca entendi porque as raças intergalácticas só cruzavam entre si. Imagine a ampliação do teu horizonte sexual quando você está aberto a experiências com outras raças! Agora, esse filme acerta esse erro comportamental, com o Capitão Kirk transando com uma marciana muito sexy, essa da foto acima.

Ainda no assunto de quadrinhos, uma coleção que eu ando atrás faz anos – e agora chamo a ajuda de meus amigos internáuticos – é da revista Gibi, editada pela Rio Gráfica e Editora (hoje Globo) em 1974. Tinha formato grande e era recheada de maravilhosas histórias e desenhos. Lembro quando chegou ao fim, não foi nem preciso ler a capa, bastava ver o desenho. Bernardo, meu irmão, e eu estávamos em Curitiba, de férias, e não acreditamos o que estávamos vendo. Foi o ponto baixo das férias. Foram publicadas 40 edições antes do seu cancelamento. Recompenso bem quem me levar ao vendedor desses fascículos!

segunda-feira, março 30, 2009

Xilindró!

Brasil é um país surreal. Quando se trata de justiça, então estamos no liminar da imaginação do Salvador Dalí. Concordo que deva haver punição aos que cometam crimes, não importa origem, profissão, cor ou status social. No entanto, estando atrás das grades, o meliante deve ter seus direitos preservados, afinal, o ato de punir é do Estado, não dos presos.
Dois fatos noticiados na semana passada demonstram bem o que quero dizer. O Marcos Valério, único até o momento condenado pelo suposto esquema do “mensalão”, passou 98 dias na Penitenciária de Tremembé, em São Paulo. Apesar de estar recluso em cela própria, essa foi aberta por detentos que espancaram e agrediram o careca, que perdeu dentes e apresenta vária cicatrizes pelo corpo.
Ontem, o Fantástico mostrou um vídeo contendo um assassinato de um preso por seus companheiros na Penitenciária de Segurança Máxima Presidente Venceslau, interior de São Paulo. O Brasil não tem pena de morte, mas essa existe justamente em estabelecimentos estatais destinados a reformar os detentos.
Muitos vão dizer: bem feito, tem que apanhar mesmo, delinqüente tem que morrer! Pode até ser, mas quem tem que fazer isso é o sistema e não bandos organizados fora do sistema. Já que o Estado é incapaz de protegê-lo, o Marcos Valério recorre ao PCC, tem algo mais absurdo? Cadê aqueles no governo, que aproveitaram do esquema que ele montou, para proteger seu cúmplice? Nada.
Até acho que em alguns casos de crimes hediondos podemos discutir a pena de morte. Nem a velinha de Taubaté acredita que prisões podem reformar alguém, devolver à sociedade um cidadão. Nosso sistema penitenciário é um crime e ninguém faz nada.
Que tal prisões especiais para crimes contábeis e políticos? Que tal mais educação aos menos favorecidos para não serem aliciados pelo crime? Que tal dar opções de vida aos à margem da sociedade para evitar a bandidagem? Que tal o Estado começar a agir como Estado?
Querem prender a dona da Daslu. Legal, sonegou, prisão. Mas onde que vão botar essa mulher? Será que ela já está negociando proteção com o PCC?

sexta-feira, março 27, 2009

Blog às Moscas?


O tempo voa, o tempo passa e não arrumo tempo para transmitir as notícias.
Ontem, ensaio onde a nova música começou a se cristalizar em sua forma definitiva. É muito boa, tambores fortes, clima sombrio, letra consciente, mas sem ser sermão, usando frase obscuras. O que mais estou gostando é a seqüência de guitarras em contraponto com a harmonia vocal.
A idéia é fazer uma demo e postar no nosso My Space para os plebeus acompanharem a gente no show.
Outro avanço: data tentativa da gravação em início de junho, no DF.
Bom fim de semana!

sexta-feira, março 20, 2009

Abobrinhas de Março.

Estréia hoje, nos cinemas, o novo filme do diretor do sensacional O Balconista, chamado Zack and Miri Make a Porno. Em português, deram o nome “brilhante” de “Pagando Bem, O Que Que Tem?”. Kevin Smith já esteve mais inspirado. Vi o filme e achei o pior de toda sua carreira, muito previsível, piadas ruins e clichês por toda a parte. Nem a participação especial da Tracy Lords salva o péssimo roteiro.

O que mais me decepciona no filme é que é o conceito foi obviamente copiado do sensacional livro do Irvin Welsh chamado Porno. Esse livro é a continuação do Trainspotting, que todos devem conhecer por causa do filme do Danny Boyle (hoje conceituado por causa do Quem Quer Ser um Milionário). O livro é bem melhor que o filme e a continuação é bem melhor que o predecessor. O cara leu o livro, chupou a idéia e fez uma merda de filme. Nossos ídolos também erram.

Decepcionante também é a constatação que qualquer debate mais interessante nesse blog seja bombardeado por poucos vândalos virtuais que, aproveitando o anonimato permitido pela internet, gostam de elevar suas vidinhas medíocres atrapalhando os outros. O que temos que fazer é ignorá-los e seguir em frente com nossos saudável diálogo.

Apesar de ser funcionário público fico frustrado com a decisão do governo de cancelar concursos e nomeações para garantir o aumento salarial dos servidores. A fórmula para combater crises envolve criar novos empregos e não subir salários. A decisão foi tomada – e isso está registrado na mídia – pelo medo de, não subindo os salários dos servidores, esses não votarão na Dilma. O que nos leva de novo à Bakunim.

Finalizando, ainda sobre o Irvin Welsh, acho-o o melhor escritor contemporâneo. Apesar de escrever muito “escocês”, alguns livros foram traduzidos para o português, inclusive o Pornô. Leiam, é diversão e provocação na medida certa.

Bom fim de semana!

quarta-feira, março 18, 2009

Ontem = Hoje?


Vejam que atual a declaração do Bakunim. Vem à mente países como Equador, Venezuela, Bolívia e, porque não, Brasil? Os anarquistas históricamente sempre foram sacaneados pelos comunistas. Entregues às forças do Gereralíssimo Franco, na Espanha, expulsos das manifestações de 68, em Paris, mortos nas barricadas de Roma. A richa era sempre a mesma: mostravam aos esquerdistas que, quando tomassem o poder, seriam a nova elite.

quinta-feira, março 12, 2009

DVDendo e Aprendendo

Antes de mais nada, informações sobre o DVD. As negociações com as partes interessadas estão bastante avançadas. Já temos produtora, diretor e elenco (claro!). Estamos ainda dependendo do fechamento do local, auxílio de custos e divulgação. Assim que isso for definido, divulgarei as datas e onde será a gravação. A nossa idéia é eliminar aquela terrível “área vip” que adoram colocar em frente ao palco, deixando o espaço livre somente para os plebeus, aqueles que sabem as músicas de cor, que cantam junto e nos alimentam com suas energias.
A música inédita também já foi definida e é muito boa. Sr. Seabra abrindo novas fronteiras de composição, porém permanecendo super Plebe Rude. Assim que definida todas as pendências, que o sinal verde for dado, vamos fazer uma gravação demo da música e disponibilizar no nosso My Space. Assim, aqueles que tiverem no show já saberão do refrão ao bordão.
O repertório também já está escolhido. Têm várias músicas que foram incluídas no set que não tocávamos faz anos. O Clemente já está suando, aprendendo aquelas que não sabia tocar.
Em fim, rezem e ascendam as velas para que tudo dê certo.
Damastê.

quarta-feira, março 11, 2009

School's Out - escândalo nas escolas.


Todo dia quando acordo a minha filha de três anos às 6h45min para ir para a escola, me lembro que a minha outra, de 17 anos, já está a caminho de seu colégio no Rio de Janeiro. Fico pensando no absurdo que é isso, obrigar crianças e adolescente a madrugar para que as instituições de ensino possam comprimir, num dia só, duas turmas.

Como seria mais saudável se os estudantes pudessem acordar mais tarde, tomar um café decente, chegar na escola lá pelas 8 ou 9 horas e sair somente no meio da tarde, ou depois. Estudos demonstram que o sono, assim como a alimentação, é fundamental para o desenvolvimento do cérebro, a fixação do aprendizado e a socialização. Fato completamente ignorado por nossos gestores de política educacional.

A quem interessa essa jornada dupla? Primeiro, ao governo, que enfia em salas o dobro – até o triplo – não tendo que construir mais escolas caso a jornada fosse única. Segundo, às instituições de ensino particulares, que ganham em dobro com duas turmas por dia. Depois, ao sindicato dos professores, que, com a prática, tem mais filiados. Nenhum desses está interessado com a educação.

Uma pena, pois o que poderia alavancar o país é o ensino médio e fundamental. Dar mais cidadania via ensino, não via Big Brother. Uma criança ociosa durante metade do dia só apronta merda – não por sua culpa, mas por abandono do Estado.

Quando a moça que trabalha lá em casa pergunta se JK era irmão de Getúlio Vargas, se a gente pega o navio para Santos no Lago Paranoá; quando o sindicalista onde trabalho fala sem uma concordância verbal ou plural, culpo o governo, não eles. Uma pesquisa recente mostrou que o brasileiro sabe ler mas não sabe interpretar o que lê! Ou seja, não aprecia livros, artigos, revistas, periódicos..... nada! Lê o suficiente para saber que horas o Faustão começa e qual ônibus está na parada. Uma pena.

sexta-feira, março 06, 2009

Clemente e Funérea

Clemente irá participar do programa da Funérea, na MTV. Anotem aí as datas e horários:
dia 11/03 às 22h00
Reprises no Domingo entre 01h45 e 02h45

Quando os Fodões se Fodem

O Pio que me apresentou esse clipe e a frase "quando os fodões se fodem". Adoro isso, fodões, os que se acham, os sem noção de modéstia, merecem o que plantam.
O capoeirista é todo ginga. Pula prá lá, pula prá cá, dá "high five" em todos, planta bananeira, cambalhota prá trás e plaft! recebe um na cara!
Bom fim de semana para todos!

quinta-feira, março 05, 2009

Dead Snow - Filme do Ano?

Ah, que saudades do HellRadio e cultura trash! Esqueçam Watchmen, joguem fora Quem Quer Ser Um Milionário.... guardem seus trocos para DEAD SNOW!
Nazistas zumbis! Não-mortos de Hitler! Viva o trash!

terça-feira, março 03, 2009

Salvador - fotos de Nina Guerra


A Nina esteve no show de Salvador e disponibilizou algumas fotos muito maneiras. Vejam os links abaixo:

Link 1
Link 2
Link 3

Boas notícias: começamos a ensaiar as inéditas para a gravação do DVD. São tantas, algumas excelentes, mas só uma vai entrar no show....... qual será?

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Salvador - Até Quando Esperar

O final do show de salvador. Com direito à timbalada do Philippe, que destruiu o instrumento! Memorável!.

Salvador - Este Ano

O ano mal começou e já temos um sério candidato ao melhor show do ano.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Plebe em Salvador - 23/02/2009





Viva os celulares! Viva a tecnologia digital! Graças a esses avanços, posso postar aqui três vídeos caseiros do nosso memorável show em pleno carnaval baiano. Tocamos em Salvador na segunda-feira, dia 23 de fevereiro, no Palco Rock, praia de Piatã.
Sabemos o sacrifício que foi conseguir da Secretaria de Cultura algum dinheiro para realizar o festival – que já está em sua 15ª edição. Afinal, o que atrai gente para Salvador no carnaval são os trios elétricos, o axé e outras folias. E como atraem! Para conseguir nos levar à capital baiana, foi preciso um vôo até Guarulhos e outro até Salvador. Na volta, um pinga-pinga, passando pelas principais cidades nordestinas. Não havia hotel disponível, então a produção (que merece nota 11, de 10) alugou uma casa para todos os artistas. A casa tinha dois andares, o de cima foi nosso. Essa história que baiano não trabalha é invenção de sulista. O pessoal da organização, da casa, da produção trabalhou muito.
O show foi impecável. Também, com um público desses! Salvador tem um lugar muito especial na história da Plebe. Nosso primeiro show, após o lançamento do Concreto, foi lá, no Teatro Vila Velha. Os plebeus presentes, com seus depoimentos, carinho e conversa, só nos fizeram realizar mais fortemente isso. Leiam aqui uma crítica do show.
Não tenho fotos, minha máquina quebrou, o Philippe não levou a dele. Mas certamente, nesses tempos digitais, algumas aparecerão.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Bigodes T-Rex


Personagem da semana: Jarbas Vasconcelos. Não estou puxando saco de ninguém, todos esses políticos antigos têm o rabo preso. Me diz com quem andas, que te digo quem és, é o que posso aconselhar o pernambucano. No entanto, até esse velho PMDBista se cansou de tanta bandidagem na política que resolveu desabafar numa entrevista à Veja, onde acusa seu partido de promover, suportar e não querer acabar com a corrupção. Mais, aponta suas críticas ao Sarney, seu companheiro de chapa.

Não que vá adiantar alguma coisa, a única página amarela que o povo lê é a da lista telefônica quando quer encomendar uma pizza, imagine a da Veja. Mesmo se lesse, iam voltar a votar nessas mesmas velhas raposas, seduzidos por medidas populescas.

Não foi só interna a reação negativa à eleição do Sarney para Presidente do Senado.
A revista inglesa The Economist publicou na semana retrasada um artigo entitulado “Onde os Dinosauros Ainda Andam” sobre o fato. Fala claramente do aspecto simbiótico do Sarney com a política brasileira. Diria mais parasitário do que simbiótico. Enfocam o fato do Maranhão ser o estado mais atrasado do Brasil, entre outros “méritos” da família Sarney.

Não é que o bigodudo respondeu!? Fico admirado, pois sempre mando e-mails aos parlamentares divagando sobre os mais diversos assuntos. Todos sempre respondem, com duas exceções, o Sarney e o Itamar. Tudo bem, se os livros do cara já são ruins, imagine os e-mails! Acho o Sarney o pior presidente que a gente já teve, seguido do Epitácio Pessoa (que proibiu negros na seleção brasileira!).

Vejam a derrota que é o Sarney para o Brasil: uma moratória sem razão que nos afeta até hoje, um plano de estabilização econômica desvirtuado para fins eleitorais (Planos Cruzado I e II), hiperinflação, uso de inside information para fins próprios (Banco Santos, alguém lembra?), muda de lado como eu mudo de camisa. Quer mais? Até na África, quando um presidente termina seu mandato, não volta com outro posto político. Vira conselheiro, comanda um partido, vira referência. Claro que o Sarney não tem qualificação para qualquer dessas coisas, então se elegeu senador pelo Amapá, cujo povo deu de bandeja mais um representante no Senado ao Maranhão.
Na resposta do Sarney ao The Economist, ele compara sua família aos Kennedys, se compara ao Churchill, diz que a culpa do sucateamento do Maranhão ser da oposição, afinal estão lá a mais de sete anos (sim, Sir Ney, e nos outros 50, quem pilhou o estado?).

O que mais me intriga é o Lula, do PT, dar apoio ao candidato do PMDB e não ao do seu partido para presidente do Senado. Sepultou, com essa atitude, qualquer possibilidade de partidos desempenharem papéis sérios na cena política nacional. É tudo fachada, já sabíamos, mas o grito de “o rei está nu” tinha que vir logo do Presidente Lula?

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Viva Beirut - Viva o Cinza!


Adoro a miscigenação. Não canso de afirmar isso. A mistura, não a pureza, é que faz o mundo um pouquinho melhor e é a nossa única salvação. Miscigenação de raças, de estilos, de culturas, de culinária. O famoso melting pot, como dizem os antropólogos.
Já os puristas, me distancio deles. Puristas roqueiros, puristas ideológicos, puristas religiosos – todos acham que têm a resposta, que o mundo é preto ou branco, eles já classificaram tudo e não aceitam meio termos. Viva o cinza!
Tem um carinha chamado Zach Condon, também conhecido como Beirut, que lançou um epzinho que satisfaz toda a minha ganância de misturas. É o “March of the Zapotec”, gravado no México, com uma daquelas bandas de marcha que saem às ruas no Dia Del Muertos. Sensacional! O estilo do cara é mais para Hot Chip ou popzinho médio, mas esse trabalho quebra barreiras.
Esse ano já promete, no segundo mês, já tenho dois títulos na minha lista dos melhores de 2009.
Viva o cinza!

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

O Resgate: Inteligência por trás do BPM

Muitos roqueiros torcem o nariz para o que chamam genericamente de “música eletrônica”, não pelo som, mas alegando tratar-se simplesmente de uma forma de escapismo, um entretenimento das massas. Quem conhece a história do house, os artistas por trás, sabe que isso é uma baboseira, mas mesmo assim a acusação é feita repetitivamente.
Um coletivo de DJs de Brasília (Ezy, Fastwalder, Guilherme) lançou um blog chamado O Resgate, que tem como objetivo “trazer informações relevantes sobre a sociedade. Vamos tratar de temas relacionados à arte, música e cultura. Também falaremos da mídia, da falta de liberdade, da falta de pensamentos e de atitudes nos tempos atuais”.
O blog é recheado de filmes, textos, músicas e informações, todas ligadas ao tema. Vale a pena colocar nos favoritos de seu computador.
Lendo o blog, vendo os filmes, ouvindo os sons, ficou na minha cabeça a letra de uma das primeiras “músicas eletrôncias” que ouvi, lá na década de 80s, do Mark Stewart & the Mafia, chamada When the Veneer of Demorcacy Starts to Fade”, que tem tudo a ver com a proposta do coletivo.
Flex your head!

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Tosqueira Total


Enquanto a gente está fechando data de gravação do DVD, esquema de parceirias com produtora, logística de gravação, distribuição, show de Salvador, possível show no ABC/SP em abril e, ainda, considerando que não estou autorizado a dar mais detalhes, segue uma propaganda de game total toqueira, no melhor estilo Hell Radio. Deleitem-se!

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Hollywood sob ataque.


O filme mais esperado do ano pelos apreciadores de quadrinhos é o Watchmen. Escrito pelo inglês Alan Moore, esse barbudo simpático aí da foto, o graphic novel apresentou outra visão de super-heróis, copiado durante décadas por outras editoras mais famosas do gênero. Outro livro do Alan Moore que ganhou versão na grande tela foi a A Liga Extraordinária, que eu, particularmente, curti muito (apesar de, como sempre, o original ser melhor).

Pois é, mas o barbudo não está satisfeito. Recentemente, deu entrevista azucrinando essa onda de filmar quadrinhos. Seus motivos são bastante convincentes, especialmente a interpretação do porquê os estadunidenses gostam tanto de super-heróis. Vi o artigo do Omelete e fui atrás do original, no Total Film. Para agradar a todos, seguem, abaixo, a entrevista original e os melhores momentos traduzidos.

“The main reason why comics can’t work as films is largely because everybody who is ultimately in control of the film industry is an accountant.

These people may be able to add up and balance the books, but in every other area they are stupid and incompetent and don’t have any talent.

And this is why a film is going to be a work that’s done by dozens and dozens and dozens, if not hundreds of people.

They’re going to show it to the backers and then they’re going to say, we want this in it, and this in it... and where’s the monster?”

“We had one particularly dense Hollywood producer say, ‘You don’t even have to do the book, just stick your name on this idea and I’ll make the film and you’ll get a lot of money – it’s… The League Of Extraordinary Animals! It’ll be like Puss In Boots!’ And I just said, 'No, no, no. Never mention this to me again.'”

“There is more integrity in comics. It sounds simplistic, but I believe there is a formula that you can apply to almost any work of modern culture...

The more money that’s involved in a project the less imagination there will be in the project, and vice versa. If you’ve got zero budget, you’re John Waters, you’re Jean Cocteau, you’re going to make a brilliant film.”
“100 million dollars – that’s what they spent on the Watchmen film which nearly didn’t come out because of the lawsuit, that’s what they spent on The League Of Extraordinary Gentlemen which shouldn’t have come out but did anyway.

Do we need any more shitty films in this world? We have quite enough already. Whereas the 100 million dollars could sort out the civil unrest in Haiti. And the books are always superior, anyway.”

The League film cost 100 million because Sean Connery wanted 17 million of that - and a bigger explosion that the one he’d had in his last film. It’s in his contract that he has to have a bigger explosion with every film he’s in.

In The Rock he’d blown up an island, and he was demanding in The League that he blow up, was it Venice or something like that? It would have been the moon in his next movie.”

“Back when I wrote Watchmen I still trusted the viperous bastards, I had a different feeling about American superhero comics and what they meant.

I’ve recently come to the point where I think that basically most American superhero comics, and this is probably a sweeping generalisation, they’re a lot like America’s foreign policy.

America has an inordinate fondness for the unfair fight.

That’s why I believe guns are so popular in America – because you can ambush people, you can shoot them in the back, you can behave in a very cowardly fashion. Friendly fire, or as we call it everywhere else in the world, American fire.

If you’re up there in the stratosphere so that everything on the ground looks like ants, it might be insurgents, it might be an Iraqi wedding party, it might be some English soldiers.

There’s that beautiful bit of dialogue from the cockpit video when they say, “You’ve just bombed a load of Brits.” Their pilots say, “Woah, dude, we’re going to jail.” This is the Iraq war, not Bill And Ted’s Excellent Adventure!

I believe that the whole thing about superheroes is they don’t like it up them. They would prefer not to get involved in a fight if they don’t have superior firepower, or they’re invulnerable because they came from the planet Krypton when they were a baby.

I genuinely think it’s this squeamishness that’s behind the American superhero myth. It’s the only country where it’s really taken hold. As Brits, we'll go to see American superhero films, just like the rest of the world, but we never really created superheroes of our own.

And as Londoners, when we had that little bit of bother on the 7th July 2005 – after America had two big buildings blown up... Terrible shame, but we had a lot more than two buildings blown up during the ‘40s when America was providing most of the munitions to Hitler...

But when it happened in England, what was the reaction of the American forces on the 8th of July, as soon as those bombs went off? They pulled the American servicemen outside of the M25, because London was too dangerous for the armed and trained American military men.

Then after a few days, they thought, actually, this does look kind of bad, even for America, let’s creep back into London and pretend we’ve been here all the time.”

Melhores Momentos (traduzidos):
A principal razão pela qual quadrinhos não funcionam no cinema é que praticamente todo mundo no comando da indústria de cinema é contador. Essa gente sabe somar e equilibrar o livro-caixa, mas para qualquer outra coisa são burros, incompetentes e não têm qualquer talento."

"Tivemos um produtor de Hollywood particularmente obtuso que disse 'vocês nem têm que produzir o gibi, é só colocar o nome de vocês nessa idéia e eu faço o filme e vocês ganham um monte de dinheiro - é... A Liga de Animais Extraordinários! Vai ser como o Gato de Botas!'. Eu só disse 'Não, não, não. Nunca mais mencione isso para mim'."

"A gente precisa de mais filmes-porcaria no mundo? Já tivemos o bastante. E esses 100 milhões de dólares [orçamento de Watchmen: O Filme e de A Liga Extraordinária] podiam acabar com a guerra civil no Haiti. Além disso, os quadrinhos originais são sempre melhores."

"Na época em que escrevi Watchmen, eu ainda acreditava nos bastardos venenosos [os super-heróis], eu tinha uma opinião diferente sobre quadrinhos de super-herói norte-americanos e o que eles significavam (...). Os EUA têm uma afeição desmedida por lutas desleais. É por isso que armas são tão populares lá - porque você pode atacar de supresa, atirar pelas costas, lutar de forma bastante covarde. O que lá chamam de fogo amigo, no resto do mundo a gente chama de fogo americano."

"Acredito que a grande verdade sobre os super-heróis é que os EUA não iam querer nenhum contra eles. Eles preferem não se envolver em uma briga se não tiverem poder de fogo maior, ou são invulneráveis porque vieram do planeta Krypton quando eram bebês. Acho que essa é a vergonha por trás de todo mito do super-herói norte-americano. É o único país em que esse gênero funcionou. Nós britânicos vamos ver filmes americanos de super-heróis assim como o resto do mundo, mas nunca criamos super-heróis nossos de verdade."

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Soprando com os Sopranos.


the sopranos, uncensored. from victor solomon on Vimeo.
No news is good news!

Mas a boa mesmo é a seguinte: show da Plebe Rude em Salvador, em pleno carnaval! Segunda-feira, dia 23 de fevereiro. E no dia 24, para quem ainda aguentar, Inocentes no mesmo local! Tá bom ou ainda vai comprar um abatá?

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Plebe Enquadrada!




Lembram do clipe de "R ao Contrário" feito em desenho animado? Bem, vai virar história em quadrinhos! Sim, assim como o Kiss! Só que não vamos jogar nosso sangue na tinta, ha ha ha..... O Rafael Fernandes está de parabéns! Seguem algumas imagens da revista. O lançamento está planejado para abril no Espaço Renato Russo, na 508 sul, com presença garantida da Plebe! Tem pasta específica em nosso Flickr.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Engula essa, Niemeyer!!!




Desculpem pela ausência, muita coisa acontecendo relacionada ao DVD, mas nada que possa ser divulgado. Para evitar vazamento de informação, estou me calando.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Updates.


Parece que a voz do X da Questão é a voz do povo! Numa autêntica manifestação popular, os brasilienses falaram um grande “NÃO” à atrocidade que o ancião Niemeyer quer empurrar goela abaixo. Desde o IAB, até a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB, todos julgam o projeto monstruoso, sem propósito e fora da realidade. Um grande “BASTA!” foi dito. Basta de concreto no lugar de grama! Basta de transformar nossa cidade num estoque de obras de uma época saudosista! Basta de aceitar cegamente o que um arquiteto de 101 anos quer nos impor! Basta de estacionamentos! Basta de querer tirar o povo dos gramados do Eixo Monumental!

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Outro dia, conversando com um amigo, ele me perguntou o que eu estava ouvindo. Fiquei com vergonha de admitir que nada de novo. Pelo contrário, desde que meu HD pifou, sumindo com minha coleção digital de músicas, minha principal ocupação é repor o prejuízo. Tenho baixado muitas coisas antigas e aproveitando para curtir novamente muitas coisas. Como eram bons Talking Heads, Buzzcocks, Wire, Stranglers....... tinham discos sólidos, bons do começo ao fim, coisa muito difícil nos artistas novos. É impressionante como hoje, um CD tem uma ou duas excelentes faixas. As outras, só me fazem apertar o Forward com mais frequência.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Dito isso, surgiu uma exceção, na forma do Phantom Band, da Escócia. O disco de estréia, Checkmate Savage, só tem nove músicas, mas roda mais do que 50 minutos. Pop com um toque de experimentalismo. Faz tempo que não ouço um disco repetida vezes num mesmo dia. Recomendo.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

DVD planning in progress.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Preparem-se para a Praça do Espanto!


Brasília caminha para completar metade de um século. Nessas cinco décadas, a realidade brasileira mudou muito, mas parece que a jovem capital não acompanhou a evolução nacional. Esse fato aparece nitidamente na forma como ainda tratam a construção de novos prédios oficiais no Plano Piloto.

Em qualquer país do mundo moderno, quando uma obra de grande vulto e importância estatal vai ser construída, é realizado um concurso, muitas vezes de âmbito internacional. Essa ação garante que a obra seja contemporânea, utilize os métodos mais modernos de construção, forneça uma gama de escolha do que será construído, trazendo mais visibilidade ao processo. Foi assim para a construção do anexo do Louvre, do Centre George Pompidou, em Paris, do Gugenheim, em Bilbao, do Teatro de Sidnei, entre outros. O mais interessante é que geralmente o arquiteto vencedor nem é do país, promovendo um saudável intercâmbio cultural.

Só em Brasília que não é assim. Aqui, qualquer nova construção tem endereço certo: Oscar Niemeyer, que no auge dos seus 101 anos, ainda projeta edifícios com cara, solução de engenharia e tecnologia dos anos 60s. Se ainda fossem bonitos e/ou funcionais, vá lá, mas vejam o Museu da República, que parece a casa dos Teletubbies, ou a Biblioteca Nacional, um caixote que não consegue abrigar nenhuma coleção, muito menos servir para o propósito para a qual foi construída. Mas, como o homem é um “gênio”, ninguém ousa abrir a boca.

Já está na hora do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) dar um basta! Chega dessa reserva de mercado, dessa incumbência de “proteger o desenho original”. Brasília, assim como outras cidades, são orgânicas, mudam de acordo com os tempos, não são engessadas.

A última que pretendem que a gente engula são os projetos divulgados para as chamadas Praça da Soberania e a Praça de Eventos, encomendadas pelo Governador Arruda ao arroz-de-festa Niemeyer e cuja maquetes foram entregues dois dias depois! Vejam bem, esse tempo não permite nenhum estudo do local, das necessidades, da viabilidade técnica. Você confiaria num laudo médico sem exames? Pois não confiem num projeto sem estudos prévios.

Tipicamente obras saídas de esboços antiquados, a Praça da Soberania tem um monumento fálico de 100 metros de altura. Isso em pleno Eixo Monumental! Maquetes que contêm um certo ar nostálgico, provocam uma sensação de déja vu, por serem muito semelhantes a todas as outras edificadas na trajetória gloriosa do arquiteto. Ainda previsto no subsolo, um estacionamento para mais de 3 mil carros! Diga tchau para qualquer ação governamental visando melhorar o transporte público, o negócio em Brasília é ter carro mesmo.

“Toda capital tem que ter uma praça onde o povo chega e se espanta”, diz Niemeyer, justificando a sua criação. Permite discordar, conheço dezenas de capitais e isso não é verdade. Pelo contrário, os edifício públicos nos países sérios são discretos e reservados, mostrando respeito ao uso de dinheiro público. Agora, numa coisa você está certo, que vai espantar, vai. Podemos até rebatizar o espaço como Praça do Espanto ou Cantinho do Freddy Krugger.

Oscar Niemeyer contribuiu muito para a arquitetura moderna porque teve a oportunidade. Está na hora de ele ser mais humilde e dar essa mesma oportunidade a outros arquitetos. Por favor, Governador Arruda, pense bem, ouse, seja criativo. Brasília agradece.

terça-feira, janeiro 20, 2009

2009 - Hey Ho Let´s Go-Go!

IMG_3900.JPG
Quando era pequeno, os anos 2000 pareciam morar num futuro distante onde todos nosso problemas estariam resolvidos e a tecnologia facilitaria nossa vida. Bem, vendo esses primeiros nove anos do século, quase.....

Estive de férias, desligado de tudo a não ser sol, praia e dois excelentes livros que faço questão de sugerir a leitura. O primeiro é o Devil May Care, do Sebastian Faulks escrevendo como o Ian Fleming, criador original do James Bond, que, em 2008, faria 100 anos. Sou vidrado nos livros do 007 do Ian Fleming, todos se passando nos anos 60s, durante a guerra fria. Nada se assemelham aos filmes. Já li e reli todos. O Sebastian Faulks faz um belíssimo trabalho, emulando direitinho o estilo do Fleming. O livro se passa em 1967 e leva o Bond pela primeira vez ao Oriente Médio, à Pérsia, hoje conhecida como Irã, à época governada pelo Xá Reza Pahlavi.

A outra dica é em forma de quadrinhos, o Y: The Last Man, de Brian K. Vaughan e Pia Guerra. Imaginem uma epidemia onde todos os detentores do cromossomo Y morressem, ou seja, todos os machos de todas as espécies. Todos, menos um cara e seu macaco. Num mundo infestado de mulheres, algumas bastante agressivas, sua única preocupação é cruzar o globo, dos EUA até a Austrália, para encontrar a sua namorada. Muito bem bolada a saga, que pode ser comprada em dez volumes. O mais legal é que pretendem fazer o filme!

Muita coisa rolando no front da Plebe Rude também! DVD sendo negociado, mas não darei os detalhes nesse momento. Quero deixar cristalizar as informações.

Feliz 2009!

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Padrão Biscoito Globo de Qualidade



O ano era 1992 e a censura ainda reinava, ditando o que podia ser ou não ser visto. No entanto, o Miele ia ao ar no SBT, nas noites de sábado com o Tutti Frutti, depois chamado Cocketel. Era um jogo idiota, sexista, machista e burro, mas era um sopro de ar fresco na TV brasileira. Durou pouco, foram advertidos de montão e tiveram que sair do ar. Lembro-me que a favorita do Philippe era a Pesseguinho, há há há há há!!!

Aliais, o SBT é craque nesse tipo de programa, batendo de frente com a censura até ter que tirar do ar. Lembram da Banheira do Gugu? Ou o teste do tubo? Há mais coisas entre o tubo e o espectador do que imagina sua vã filosofia!

Brincadeiras à parte, enquanto a transmissão estiver na mão de políticos e os canais serem moeda de troca entre congressistas e governo, não vamos ter uma TV aberta boa. Enquanto isso, divirtam-se com o final previsível de A Favorita e o novo BBB, que eu continuo baixando filmes alternativos no Torrentz.com.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Um Sniff Sniff ao Ron Ashton!

Em 1976, o Fê Lemos, hoje baterista do CapIn, passou um ano na Inglaterra com os pais. Voltou com várias novidades, entre as quais os primeiros discos punks e os três clássicos dos Stooges. Todo fim de aula, lá ia eu para sua casa, na Colina, ficar ouvindo música até as 19 horas, quando meus pais saiam da UnB e me davam carona para meu lar, no Lago Norte.

Porque essa história agora? Apesar de muito amigos, amizade que até hoje perdura, havia uma competição saudável, especialmente musicalmente. Os Stooges passaram a ser a “sua banda”. Descobertos por ele, referenciados por ele. Em 1978, foi a minha vez de ir para a Grã Bretanha, com minha família. Resumindo, trouxe de volta os discos do New York Dolls, passando a ser a “minha banda”.

Durante anos, discutimos quem era melhor: Johnny Thunders ou Ron Ashton? Apesar de defender o Trovoada, hoje reconheço que o guitarrista dos Stooges trouxe mais para o rock e à guitarra do que o Joãozinho Doll.

Ontem faleceu em sua cidade natal de Ann Harbor, Michgan, EUA, o Ron Ashton. O guitarrista que, durante a paz e amor, trouxe energia e tensão à música. Quando era moda complicar, simplificou. Quando era bacana solos serenos, apresentava a violência suburbana em suas melodias. O Thunders foi um mero reprodutor de Chuck
Berry. Ambos deixam saudades, mas o Ron tem aquele lugar garantido no Great Gig in the Sky.

We salute you!

Indonésia proíbe enfeitar o Bráulio!


A luta religiosa contra o sexo é secular. É um dos denominadores comuns que une todas elas, seja cristã ou islã. Podemos chegar à conclusão que os religiosos não são confortáveis com o corpo humano, obrigando os fiéis a se cobrirem com vestimentas, abandonar hábitos seculares e inibir seus instintos.

Se ainda se limitassem aos fiéis, tudo bem, mas, não satisfeitos, invadem nossas vidas particulares, capando as pessoas, obrigando-as a não agir naturalmente. O mais recente golpe nessa guerra foi a promulgação de uma nova lei na Indonésia que proíbe que as tribos indígenas usem um enfeite de pênis, já considerado uma tradição ancestral, de tempos remotos. Na verdade, para os índios, isso não tem conotação sexual nenhuma, é como se fosse um colar ou um brinco. Mas como ofende Maomé, não se pode usar mais.

Masturbação é condenada pela igreja católica, assim como a camisinha. Dois métodos para inibir a AIDS, e o papa é contra! Todas religiões também discriminam o homossexualismo, obrigando um monte de pessoas a suprimirem seus desejos, se tornando pessoas amargas e deprimidas.

Será mesmo que Deus se importa com detalhes nesse nível? Acho que não, vejam só os benefícios que Ele embalou junto com o sexo:

1. Foi comprovado cientificamente que o sexo abaixa o stress. Aqueles que o praticam regularmente não só ficam estressados menos, como também sabem lidar melhor com situações estressantes.
2. Sexo duas vezes por semana é capaz de aumentar o sistema imunológico, significando menos doenças, mais saúde.
3. Sexo queima calorias, de novo, melhorando a saúde.
4. Sexo melhora a capacidade cardiovascular, prevendo doenças, prorrogando a vida.
5. Aqueles que praticam sexo regularmente tem auto-estima maior.
6. Orgasmos inundam o corpo com oxytocina, o hormônio do amor, que faz com que nos tornemos mais íntimos e amigos de nossos parceiros/parceiras.
7. Sexo reduz as chances de câncer de próstata, causadora de milhões de mortes masculinas por ano.
8. Com mais oxytocina no corpo,nos tornamos mais tolerantes à dor.
9. Sexo regular tonifica os músculos do pélvis, que, dizem os médicos, proporciona mais prazer.
10. Sexo auxilia o sono. Quem faz, dorme melhor.

O próximo passo do Congresso Indonesiano é proibir os totens fálicos de Papua e os nus que enfeitam os templos de Bali. Corram para ver enquanto é tempo. E pratiquem!

terça-feira, janeiro 06, 2009

Fotos do Guilherme Fontes

Plebe 13
Show em Brasília sem o Guilherme na primeira fila, faça sol, faça chuva, não existe. Ele encaminhou algumas fotos dos shows de dezembro no Bocanegra e do Brasil Telecom Hall que incluí no Flickr, é só clicar nos links. Valeu, Guilherme! Tomara que em 2009 você esteja sempre presente.
Plebe 5

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Feliz 2009!

Com vocês, pra começar bem o ano, um video de Até quando esperar Plebe Rude com o Rogério Siqueiros improvisando no violão. Achamos isso na rede e estamos compartilhando, acho uma boa trilha para iniciar 2009.

Paz, sabedoria, paciência e compreensão para todos.

Alegria e sacanagem também!

terça-feira, dezembro 30, 2008

Philippe e Opala, 40 anos de história.


Há quarenta anos atrás, a GM lançava o Opala no Brasil. Lendo essa notícia, me veio o flashback da época que o Philippe, no auge dos seus 14 anos, rodava as ruas semi-iluminadas do Plano Piloto no Opalão branco de sua família. Fazia isso atrás do volante, com o som no máximo tocando Carpetts ou XTC ou Van Halen (urg!), com uma garrafa de Sangue de Boi gelada. Geralmente era a fonte de carona para todo o pessoal da tchurma que morava na Asa Norte ou Lago Norte. E isso ele explorava bem, geralmente com a frase: “com a chave na mão, ninguém lhe diz não”!

Imagine só, fim de noite no Gilbertinho, 1984. Lá pelas tantas da madrugada, o Philippe decidia voltar para casa. Era a chance dos nortistas conseguirem dormir em casa (em Brasília, não existe transporte público). O Opala branco saia lotado. O Philippe no volante, geralmente o Bernardo (Escola de Escândalos) no banco do co-piloto, Loro (Capital), Geraldo (Escola), Rogério (Elite Sofisticada), entre outros enfiados onde dava. Já vi o carro com quatro pessoas na frente e uns seis atrás.

Para descer nas respectivas paradas, o caronista tinha que rezar um mantra: “eu sou um carro de bombeiro, todo vermelho, com vinte homens trepados em cima, gritando píru-píru-píru”. O Philippe era sádico, enquanto a pessoa não se humilhava entoando o mantra, o carro não parava. Teve uma vez que o Rogério salto do carro em movimento, se recusando a recitar esse simples poema.

O Opala era também uma festa móvel. Quando não existia programa, íamos para a beira do Lago Paranoá (naquela época, inabitado e sem invasão pelos bacanas do Lago Sul), colocávamos o som no máximo, abríamos umas garrafas de vinho e era a tchurma se socializando no máximo.

Eu, com meu TL branco, era outra fonte de carona, mas não ficava até tardão, geralmente porque namorava e seguia o lema de que dois é bom, três é demais e uma galera é derrota total.

Hoje, o Philippe não dirige mais. As ruas estão mais seguras, mas menos divertidas.

sábado, dezembro 27, 2008

Plebe Roots - Bocanegra/dez08

IMG_3677.JPG
Finalmente, as fotos do Bocanegra, onde o Plebe Roots encerrou as atividades de 2008 com o melhor show dos três. Pena não haver nenhum clipe no You Tube, o pessoal tava mais para se divertir do que tirar fotos ou filmar..... ainda bem!
As fotos tiradas pela Rosa estão aqui.
Txotxa Metal

terça-feira, dezembro 23, 2008

X com Capital.


Acho que o ano era 1999. O Capital estava no final da turnê do disco da volta, se preparando para negociar o acústico, que iria mudar a história e perfil da banda para sempre. Fizeram um show no Teatro Villa Lobos, em Brasília. Fui convidado para levar Até Quando Esperar, que o Loro tocava bem na guitarra. Sem ensaio, até que saiu direitinho. Agora, graças ao Bruno, podemos compartilhar com todos.

Feliz Natal.

Se o Lula mandou gastar, começem a poupar hoje mesmo!

sábado, dezembro 20, 2008

São Sebastião - Novas Fotos!

PlebeRude_PauloPereira_009
PlebeRude_PauloPereira_005
PlebeRude_PauloPereira_042
PlebeRude_PauloPereira_011
A Janaína, que fazia parte da organização do show em São Sebastião, mandou um monte de fotos tiradas por ela e pelo fotógrafo Paulo Pereira. Todas foram acrescentadas ao respectivo álbum, no Flickr. Tem umas ótimas, vejam aqui.

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Fim de Ano/Fim de Atividades

Encerramos o ano com chave de ouro no Bocanegra ontem, com a apresentação do Plebe Roots. Mais duas músicas adicionadas ao repertório: We're Not Gonna Take It (Twisted Sister) e Damaged Goods (Gang of Four). Ontem foi a melhor apresentação de todas. Público excelente, tirando um maluco que ficava reclamando que pagou para ver Plebe e não covers. Não deve ter lido o panfleto, nem o cartaz na porta, nem os artigos de jornal. Prá que ler, né?

Como dira o Macaco Simão, esse ano, só ano que vem!

Em breve, fotos do Bocanegra e adicionais de São Sebastião.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Seabra, Nasi e Bonfá - Festival 20 e poucos anos

Esse clipe é da festança dos anos 80s em Fortaleza, com participação do plebeu Philippe, do ex-Ira! Nasi e do ex-Legião Bonfá, que está tocando com uma pressão nunca vista antes.

terça-feira, dezembro 16, 2008

São Sebastião/SP

Foto da Banda
Elizabete e Bruna
A Bruna, a Elizabete e o Guilherme são presenças constantes em nossos shows em São Paulo. Se não estiverem no público, sabemos que o show será ruim. Em São Sebastião não foi diferente, lé estavam os três. Então, pedi para que fizessem a resenha do show, que a Bruna me enviou e copio, abaixo. As fotos, grande maioria tiradas pela Elizabete, estão no nosso flickr.

Só gostaria de acrescentar que a palestra ogranizada entre a Plebe e as bandas do festival foi muito bacana.

Decidimos ir para São Sebastião um dia antes para podermos conhecer a cidade e saber ao certo onde seria realizado o festival.
O festival foi legal, tinham algumas bandas fazendo um som interessante. No sábado a banda conhecida foi Autoramas,mas não atraiu grande público. Por falar nisso, apesar da grande divulgação local, o publico foi pequeno em todos os shows, o que obteve o maior foi o show da Plebe.
No domingo, antes do show teve um bate papo com as bandas participantes do Cena Independente e a Plebe, que foi bem legal pois houve perguntas sobre a historia da Plebe, sobre jabá e a Plebe também chegou a perguntar para as bandas de onde eles eram,com se conheceram. Após isso a banda foi para o hotel descansar e nós fomos assistir as outras bandas, enquanto o show da plebe nao começava. A Plebe entrou no palco por volta das 20:30. Foi contagiante era nítido que a maioria das pessoas ali não conheciam as musicas, mas todos estavam pulando e curtindo o som . Houve alguns errinhos,mas nada que atrapalhasse. Eles começaram com Censura com o X cantando, o que nós adoramos, e tocaram também Bravo Mundo Novo, O Que Se Faz, A Minha Renda, Medo, A Ida, Este Ano, Dançando No Vazio, Johnny Vai a Guerra, Sexo e Karatê, Brasília, Luzes, Até Quando Esperar e terminaram com Proteção, no bis.
Depois do show fomos para o camarim onde o Txotxa autografou a baqueta que pegamos e ficamos lá conversamos e tirando fotos.
E agora estamos esperando o próximo show.

Anúncio da Palestra

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Panfleto.

Bettie Page se Foi!




Um grande sniff-sniff e um brinde à Bettie Page, que faleceu ontem, quinta-feira, em Los Angeles aos 85 anos de idade. Não importa se você é macho, fêmea ou indeciso, certamente Miss Page é responsável pelo aprimoramento de suas fantasias, pela quebra de tabus nos anos 50s e 60s que hoje nos permite levar uma vida sexual saudável, sem interferência de estado ou religião.

Poucos sabem que a partir dos anos 1950s ela se tornou uma das mais fotografadas modelos do mundo, à época. Cada vez mais aprimorando seu look, começou a apimentar suas produções, que beiravam oras o sadomasoquismo, oras o fetiche puro. Fez um Playboy em 1955, quando isso ainda era reservado à mulheres com algo especial e não à Big Brothers e outras “produtoras”, “modelos” e “manequins”.

O final de sua vida foi meio triste, pois teve alguns problemas mentais que resultou em uma auto-reclusão. Nos anos 1990s se tornou evangélica, dando um novo rumo à sua vida.

Bettie Page, we salute you!

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Brasília, Capital do Rock?

O brasiliense roqueiro está acostumado com aquela sensação vazia quando o fim-de-semana se aproxima. O que promete o sábado e domingo? Como aproveitar melhor essas 48 horas de liberdade? Muitas vezes a opção é cinema, shopping, TV. Agora vai ter que decidir> no mesmo sábado, Plebe com Arnaldo Antunes, Raimundos e NX Zero estarão tocando simultâneamente em locais diferentes da Capital Federal.

E você, já decidiu onde vai?

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Watchmen Trailer

Quem conhece alguma coisa de quadrinhos, sabe a importância de Watchmen, considerado a mais referenciada "graphic novel" de todos os tempos. Lembro, à época, quando li (estava na estrada com a Plebe), a cada desfecho, virada da história, a cada segredo revelado, arrepios eram provocados. Foram 12 meses de leitura, para aquele final inesperado. Nunca heróis mascarados foram tratados desse jeito, de forma tão, digamos, humana.

De acordo com a Wikipedia: "Watchmen é uma série de história em quadrinhos escrita por Alan Moore e ilustrada por Dave Gibbons, publicada originalmente em doze edições mensais pela editora estadunidense DC Comics entre 1986 e 1987. A série foi reimpressa mais tarde em brochura (ou trade paperback[1]).

Watchmen é considerada um marco importante na evolução dos quadrinhos nos EUA: introduziu abordagens e linguagens antes ligadas apenas aos quadrinhos ditos alternativos, além de lidar com temática de orientação mais madura e menos superficial, quando comparada às histórias em quadrinhos comerciais publicadas naquele país. O sucesso crítico e de público que a série teve ajudou a popularizar o formato conhecido como graphic novel (ou "romance visual"), até então pouco explorado pelo mesmo mercado. Diz-se que Watchmen foi, no contexto dos quadrinhos da década de 1980 — juntamente com The Dark Knight Returns de Frank Miller e Maus de Art Spiegelman) — um dos responsáveis por despertar o interesse do público adulto para um formato até então considerado infanto-juvenil."
Agora, a despeito dos protestos do criador, Alan Moore, a publicação virou filme. E parece que ficou bom!

terça-feira, dezembro 09, 2008

Agenda Fim de Ano e Philippe em Fortaleza


A foto, acima, é de um show que rolou no fim-de-semana passado, em Fortaleza, Ceará. Fizeram uma banda dos sonhos dos anos 80s, com Philippe na guitarra, Nasi nos vocais, Bonfá na bateria, entre outros.
Anotem aí onde ver a Plebe em dezembro:
Dia 13, sábado, na Asbac, Brasília, com Aranldo Antunes e Edgar Scandura
Dia 14, domingo, em São Sebastião, SP
Dia 18, quinta, no Bocanegra, a última aparição do Plebe Roots em 2008.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Furacão na Copa Sulamericana!!!




Desde pequena, já escolheu seu time! O Furacão sopra em suas veias. Para quem não conhece, essa é a terceira camisa do Atlético, que ele usou para bater o Vasco naquele 3 a 1 em junho.

Atléééééééééééééééééééééético!!!

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Losing my religion.


E para terminar a semana, um presentinho para aqueles que apreciam uma música nacional de qualidade. E vocês achavam que eu não sacava nada de rock nacional, heim?
Esse Po Para Com o Po destronou Seu Jogo como a melhor música anti-drogas do país.
Bom fim-de para todos!

terça-feira, dezembro 02, 2008

Wire.

Se tem uma coisa que me alegra hoje em dia é constatar que existem roqueiros cinqüentões que ainda fazem um bom e original rock, e ainda conseguem manter a credibilidade entre os fãs. São poucas as bandas que se qualificam com essas características. Poucas que fazem a gente ficar antecipando com ansiedade um novo lançamento e não ficar apenas ouvindo os primeiros discos.

Estava falando com o Philippe outro dia sobre isso. Bandas que adorávamos, tipo Stranglers e Stiff Little Fingers, apresentam um trabalho novo chato e sem inspiração. Não é o caso do Wire. Já em 1977, o Wire era uma banda fora dos padrões. O primeiro disco, Pink Flag, tinha umas vinte músicas – estamos falando de vinil – sendo dez de cada lado, muitas com menos de um minuto. Eram músicas pequenas, porém maravilhosas, o pop levado a outro extremo.

Mês passado saiu o 47º disco do Wire, o Object 47. Muito muito bom. Existe rock após os cinqüenta! São poucos os discos do Wire que não deixam a gente pelo menos curioso. Vejam a excelente faixa One of Us. O vídeo é ruim, barato, pois eles são a própria gravadora, portanto, tem orçamento baixo. Mas a música é de ficar na cabeça.


Tem um fato bastante curioso envolvendo o Wire e a banda Elastica, que teve um minuto de fama nos anos 90s. O Elástica plagiou a canção Three Girl Rumba, do LP Pink Flag. Plagiou brabo e não deu crédito. Daí rolou aquela disputa judicial e eles se acertaram foram dos tribunais, ou seja, o Wire merecidamente embolsou uma grana. Comparem e votem no melhor.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Dia 13 de Dezembro: Plebe + Arnaldo Antunes

Área 51 Outside
Sábado, dia 13 de dezembro, a partir das 22h, no Varanda Tropical (Asbac, Setor de Clubes Sul). Festa-show com Arnaldo Antunes, Edgar Scandurra e Plebe Rude. Ingressos à venda na Área 51 (203 Norte e 515 Sul). Mais informações: 9638-2323.

Plebe Roots toca Queen


A música é o Now I'm Here, do Queen, de uma época que a banda ainda era roqueira.

sexta-feira, novembro 28, 2008

Plebe Roots - 20/11/2008 I Will Folow (U2)

Mais uma do show do Plebe Roots em novembro!

quinta-feira, novembro 27, 2008

A Revolução não será Televisionada!


Se tem uma música que todos devem conhecer, memorizar e repetir muitas vezes por dia, usar como arma contra chatos, agressivos, moderninhos e neuróticos, é The Revolution Will Not Be Televised, do Gil Scott Heron. Achei esse vídeo que pode ajudar.

Quando quer testar se uma banda é séria, pergunte a qualquer um dos membros se conhece. Se o cara falar não, saia de fininho do camarim....