Durante os 25 anos de carreira da Plebe Rude, gravamos cinco covers. Uma média de um a cada cinco anos. Para mim é pouco, gosto de covers, especialmente quando a banda quer mostrar suas infulências ou rearranjar uma música. As minhas bandas favoritas sempre foram boas nos covers. Led Zep, com aqueles blues. O Clash com os regaes, o Brand New Cadillac, entre outros. Os Pistols com os Stooges. O Damned com MC5. O Stranglers com Burt Bacharah.
Gravei as músicas na ordem cronlógica que aparecem em nossos discos. São as que seguem:
1. Clampdown, do Clash. Versão em português, muito similar musicalmente à original. A letra versada em português não é uma tradução literal, porém manteve o sentido da música. Adoro a nossa versão, acho uma mensagem forte.
2. Luzes, do Escola de Escândalo. Aqui, uma versão ao vivo, ainda com a Mariele nos vocais, junto com meu irmão, Bernardo.
3. Medo, do Cólera. Refizemos a música, dando um quê de Plebe ao arranjo. A parte do solo, em si, foi nossa invenção. Ainda bem que o Redson aprovou.
4. Química, da Legião Urbana. Gravamos essa para aquele especial do Multishow. Queríamos dar um ar mais punk à música, pois a versão original é meia mansa demais. Grande solos e performances do Philippe e Clemente.
5. Starring at the Rude Boys, do The Ruts. Já estou adiantando, a nossa versão estará no R ao Contrário (dia 11, nas bancas!), com o nome de Dançando no Vazio. O Philippe fez um excelente trabalho versando a letra para o português, tiro o chapéu para ele, estava inspiradíssimo quando trabalhou na letra. Mais uma vez, não é uma tradução literal, mas querendo passar a mesma mensagem.
Além dessas, a Plebe sempre tocou outras músicas escolhidas a dedo. Pistols, Clash, Jam, Led Zep e até Peter Framptom, infelizmente para mim, podem ser ouvidos nos ensaios. Divirtam-se.
sábado, agosto 26, 2006
quinta-feira, agosto 24, 2006
VdaC 4
VdaC 2



Chegar em Vitória da Conquista foi literalmente uma conquista. De avião até SP, outro até Ilhéus e 5 horas de ônibus até o local do show por uma estrada vazia e esburacada, que forçava o motorista a andar numa velocidade reduzida. Numa hora, um motoqueiro apareceu do nada, deu a entender que estava armado, deu várias voltas no veículo, e sumiu. Ou seja, quase fomos assaltados! No caminho, paramos numa casinha que garantia por meio de uma pintura na parede a "melhor carne de sol do Brasil". Era realmente muito boa, mas porque o nome do restaurante anuncia muqueca? E o preço era 8 reais por uma quantidade de comida capaz de alimentar toda uma vila de refugiados da Somália!
Acima, o Txotxa trabalhando duro, o Felipão e o Philippe e a galera saíndo satisfeita do restaurante.
VdaC 1

Finalmente, fotos de Vitória da Conquista! Nos anúncios do Festival de Inverno da Bahia, as atrações principais tinham a foto maior no cartaz, as outras atrações tinham as suas fotos diminuíndo de acordo com a importância dada pelos organizadores. Como podem ver, não levaram muita fé na Plebe. Após o show, tenho certeza que, se fossem fazer hoje a divulgação, nossa foto ocuparia o outdoor inteiro!
quarta-feira, agosto 23, 2006
Senadores no Inferno!
Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.
A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.
- "Bem-vindo ao Paraíso!"; diz São Pedro
- "Antes que você entre, há um probleminha. Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.”
- "Não vejo problema, é só me deixar entrar", diz o antigo senador.
- "Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte: Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.”
- "Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso”, diz o senador.
- "Desculpe, mas temos as nossas regras. "
Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.
Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social. Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.
Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.
Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso. Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.
- "E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna."
Ele pensa um minuto e responde: - "Olha, eu nunca pensei ... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno."
Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo. Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos.
O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.
- "Não estou entendendo", - gagueja o senador. "Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!"
O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz: - "Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto..."
Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.
A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.
- "Bem-vindo ao Paraíso!"; diz São Pedro
- "Antes que você entre, há um probleminha. Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.”
- "Não vejo problema, é só me deixar entrar", diz o antigo senador.
- "Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte: Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.”
- "Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso”, diz o senador.
- "Desculpe, mas temos as nossas regras. "
Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.
Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social. Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.
Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.
Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso. Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.
- "E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna."
Ele pensa um minuto e responde: - "Olha, eu nunca pensei ... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno."
Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo. Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos.
O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.
- "Não estou entendendo", - gagueja o senador. "Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!"
O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz: - "Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto..."
Pessimismo semanal....
O PCC conta com mais de 320 soldados na rua, prontos para a ação, conforme divulgação da facção criminosa. Economistas apontam para o fim da classe média no Brasil, que deverá ficar só com um monte de pobres, de um lado, e uns poucos ricos do outro. Também fazem a observação de que os impostos pagos hoje no Brasil dariam para reverter esse quadro, mas são utilizados em emendas de deputados que não beneficiam a população.
Enquanto isso, a quase-extinta classe média se refugia em lounges, esperando o fim de sua espécie, crentes que passarão a fazer parte do lado rico da distribuição. Que surpresa terão quando começarem a ter que vender suas TVs de plasma para pagar o aluguel. E a crescente classe pobre cai nas armadilhas eleitorais do PT, dando seu aval para um presidente fantoche, agora abandonado pelos seus mentores, que somente ampliará a base da pirâmide.
Espere! Tem uma luz no fim do túnel! Novo CD da Plebe Rude no começo de setembro!
Enquanto isso, a quase-extinta classe média se refugia em lounges, esperando o fim de sua espécie, crentes que passarão a fazer parte do lado rico da distribuição. Que surpresa terão quando começarem a ter que vender suas TVs de plasma para pagar o aluguel. E a crescente classe pobre cai nas armadilhas eleitorais do PT, dando seu aval para um presidente fantoche, agora abandonado pelos seus mentores, que somente ampliará a base da pirâmide.
Espere! Tem uma luz no fim do túnel! Novo CD da Plebe Rude no começo de setembro!
segunda-feira, agosto 21, 2006
X-Rádio Está no Ar!
Dei o próximo passo e comecei um podcast. Se chama X-Rádio e será transmitido semanalmente. A idéia é mostrar um pouco do que a gente ouve na Plebe, mais especificamente, o que eu estou ouvindo..... he he he. Quando começarmos a tocar mais, planejo colocar alguns trechos dos shows e outras raridades. O denominador comum será Plebe Rude.
Como primeira transmissão, uma homenagem ao Clash, a banda que influenciou de forma mais definitiva a Plebe. Mas não incluí nenhum hit, pois esses você já têm. Quis mostrar um pouco o outro lado do Clash, o que aconteceu quando a banda terminou, seu legado. O podcast, chamado de Clashcast, começa com Joe Strummer & the Mescaleros, do disco Earthquake Weather, segue com o sensacional Havana 3 a.m., banda do Paul Simenon, pouca conhecida, mas sensacional. Deles, toco Urban Surfer, música inspirada nos surfistas de trens cariocas. Segue com BAD, do Mick Jones e termina com o lado B do compacto Rock the Casbah, o Mustapha Dance, que é nada mais nada menos que um remix do lado A.
Divirtam-se.
Para acessar: www.canal.podcast1.com.br/x-radio
Como primeira transmissão, uma homenagem ao Clash, a banda que influenciou de forma mais definitiva a Plebe. Mas não incluí nenhum hit, pois esses você já têm. Quis mostrar um pouco o outro lado do Clash, o que aconteceu quando a banda terminou, seu legado. O podcast, chamado de Clashcast, começa com Joe Strummer & the Mescaleros, do disco Earthquake Weather, segue com o sensacional Havana 3 a.m., banda do Paul Simenon, pouca conhecida, mas sensacional. Deles, toco Urban Surfer, música inspirada nos surfistas de trens cariocas. Segue com BAD, do Mick Jones e termina com o lado B do compacto Rock the Casbah, o Mustapha Dance, que é nada mais nada menos que um remix do lado A.
Divirtam-se.
Para acessar: www.canal.podcast1.com.br/x-radio
domingo, agosto 20, 2006
Vitória da Conquista
Desculpem todos aqueles que ficaram agüentando o Jornal da Globo para ver a Plebe. Esse negócio de link funciona assim: eles acertam um horário, e não importa quem estiver no palco naquela hora, a imagem será transmitida. Como tudo atrasou – a Wanesa da Mata perdeu o avião – foi o Nando Reis.
O Festival de Inverno da Bahia é um evento impressionante. Trinta mil pessoas por noite se dividem entre um palco principal, dois secundários, uma tenda de forró, outra de música eletrônica e várias outras atrações. O nosso show foi legal, mas como era tarde, ficou somente um terço da galera, que mesmo assim é um público impressionante. Na primeira fila, uns Plebeus e meia dúzia de punks olhando feio durante as músicas lentas e dançando para as rápidas. Prefiro os Plebeus, com suas mentes mais abertas.
O Jander não pode participar, pois logo após o show do Nando Reis, tiveram que subir no ônibus e seguir para Salvador. Nossa volta também não foi das melhores, tendo que fazer de madrugada, por uma estrada coberta de neblina, cheia de buracos, o caminho até Ilhéus.
Próximo show, dia 14 de setembro em Curitiba.
O Festival de Inverno da Bahia é um evento impressionante. Trinta mil pessoas por noite se dividem entre um palco principal, dois secundários, uma tenda de forró, outra de música eletrônica e várias outras atrações. O nosso show foi legal, mas como era tarde, ficou somente um terço da galera, que mesmo assim é um público impressionante. Na primeira fila, uns Plebeus e meia dúzia de punks olhando feio durante as músicas lentas e dançando para as rápidas. Prefiro os Plebeus, com suas mentes mais abertas.
O Jander não pode participar, pois logo após o show do Nando Reis, tiveram que subir no ônibus e seguir para Salvador. Nossa volta também não foi das melhores, tendo que fazer de madrugada, por uma estrada coberta de neblina, cheia de buracos, o caminho até Ilhéus.
Próximo show, dia 14 de setembro em Curitiba.
sexta-feira, agosto 18, 2006
Passagem de Som em V da Conquista

Acabamos de voltar da passagem de som. Essa noite, tocaremos no Festival de Inverno da Bahia, após o Nando Reis. Nos falaram que quando a gente tiver no palco, vai abrir um link no Jornal da Globo, mostrando um pouco do show. Quem chegar a ver, por favor comente aqui.
Como podem reparar, essa bateria do Txotxa é a maior maria-vai-com-as-outras, qualquer um pega, mais acessivel do que a Adriana Galisteu.
quinta-feira, agosto 17, 2006
X e o Arrudao

O José Arruda, próximo governador de Brasília, se as pesquisas se confirmarem, diz que não cometeu grande pecado político ao mentir sobre a violação do painel eletrønico do Senado, fato que levou å recomendação de sua cassação e, eventualmente, sua entrega de mandato em maio de 2001. Diz que não é grave, pois não levou prejuízo ao errário público. Então mentir não é grave? Acho que para os políticos, não! Eles estão tão acoustumados, que já é atividade corriqueira para eles.
Diz o Arruda, que está redimido, que nunca mais vai mentir. Será, ou isso é outra mentira?
O Arruda também foi Chefe de Gabinete do Secretéario de Obras do GDF, quando da construção do metrø....
Esse Arrudao encontramos na saída da gravação do clipe, na Torre de TV. Quem se lembra da confusão do meu discurso no BMF deve estar rindo å toa!
quarta-feira, agosto 16, 2006
Sessão de Fotos no Metrô







O metrô de Brasília é algo inédito no seu gênero. Metrôs existem desde 1880. Lúcio Costa, ao planejar o traçado urbano da cidade, se esquecer disso e ignorou totalmente o transporte coletivo, dando preferência ao transporte individual egoísta dos carros. É o único metrô do mundo que não atende ninguém. Não há integração com ônibus, por tanto o povão não usa. Dizem que na sua construção os políticos (entre os quais um que quer se eleger governador) meteram a mão, superfaturando tudo. Tem, ainda, várias estações abandonadas.
Foi idéia do Nicolau tirarmos as fotos de divulgação numa dessas. Acima, minhas humildes fotos da tarde no subsolo brasiliense.
terça-feira, agosto 15, 2006
O Diretor em Ação

José Eduardo é o diretor do clipe. A Plebe tem o privilégio de contar com a ajuda de vários amigos no lançamento do disco. Além do Zé, Nicolau e Cláudia El Moor e o Rodrigo Viana têm nos dado uma força inimaginável, garantindo material de primeira para vocês. Na gravação do vídeo, toda a equipe foi sensacional. De cabeça, quero agradeçer ao Frango, André Lavenerè, Edson, Érica, o carinha do 10Zero4 (desculpe, estou sem cabeça para nomes), o carinha da câmera e, claro, o Diretor. Saudações!
Clipe Clipe

O clipe de O Que se Faz foi gravado do nascer do sol de domingo, até o meio dia, em cima da Torre de TV de Brasília. Acima, uma foto tirada pelo Frango, o roadie do set de filmagem. Mais fotos virão. Estamos a mil com os últimos detalhes do lançamento do CD, por isso as poucas palavras. Mas, como uma imgagem vale mais do que mil.....
sábado, agosto 12, 2006
Voto no Sítio
Sem que eu me desse conta, colocaram no ar Voto em Branco. Está no site, www.pleberude.com.br. Não é uma música nova, foi feita a duas décadas, quando ainda estávamos domando os nossos instrumentos. Quatro acordes, refrão fácil. Punk rock da época, vintage. Foi muito legal a ter gravado. Na primeira parte, na metade porrada, o baterista é o Fê Lemos, do Capital. No improviso final, o Txotxa. Essa parte final a gente fazia nos shows, sempre falando sobre uma coisa ou outra que evoluia para o refrão final. Como disse, não é característico do som da Plebe, a gente até cogitou em incluí-la no CD como faixa secreta. Mas foi muito divertido a ter gravado.
Daqui a pouco, no sabadão de tarde, num ponto de metrô da asa sul, estaremos tirando fotos para a revista que trará o CD e para divulgação. Domingo, a gravação do clipe. Na segunda, entrevista para a Bizz. Na quinta, viagem para Vitória da Conquista, via SP, Ilhéus e, de ônibus, para o local do festival. O show será na sexta, com provável participação do Jander (se ele topar).
Começou, galera!
Daqui a pouco, no sabadão de tarde, num ponto de metrô da asa sul, estaremos tirando fotos para a revista que trará o CD e para divulgação. Domingo, a gravação do clipe. Na segunda, entrevista para a Bizz. Na quinta, viagem para Vitória da Conquista, via SP, Ilhéus e, de ônibus, para o local do festival. O show será na sexta, com provável participação do Jander (se ele topar).
Começou, galera!
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